Festival Diversas Suburbanidades começa nesta terça-feira (23), movimenta Centro Cultural Plataforma

No Circuito
23 de setembro de 2014
por Genilson Coutinho

subrbrb

O Festival Diversas Suburbanidades é uma atividade cultural a ser realizada no Centro Cultural Plataforma, entre os dias 23 e 27 de setembro de 2014, voltada para jovens e adultos interessados na temática LGBT. O projeto visa à promoção da diversidade sexual através de exposição, exibição de filmes, bate-papos, mostras e intervenções artísticas, além de um concurso cultural que premiará a mais nova Miss Subúrbio Gay.

Programação

DE 01 A 30 DE SETEMBRO – DAS 09H ÀS 18H

EXPOSIÇÃO “O TICO TICO NO SUBÚRBIO”

A vida e obra de Carmen Miranda em exposição no CCP

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

23 DE SETEMBRO (TERÇA) – 19H

EXIBIÇÃO DO FILME “JESSICA CHRISTOPHERRY”

(Direção e Roteiro: Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna)

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

24 DE SETEMBRO (QUARTA) – 19H

VÍDEO PERFORMANCE: “ODETE, TRAGA MEUS MORTOS”

(Criadores-intérpretes: Edu O. e Lucas Valentim)

PRAÇA DA REVOLUÇÃO – PERIPERI / ABERTO AO PÚBLICO

 

25 DE SETEMBRO (QUINTA) – 15H

EXIBIÇÃO DA SÉRIE “FAMÍLIA NO PLURAL”

(Realização: André Araujo, Artur Dias, Diogo Petersen,

Evandro de Freitas, Larissa Brujin, Paula Guerra e Pedro Dell’Orto)

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

25 DE SETEMBRO (QUINTA) – 17H

BATE-PAPO “JUVENTUDE E DIVERSIDADE SEXUAL”

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

26 DE SETEMBRO (SEXTA) – 15H

LEITURA DRAMÁTICA “DRÉA”

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

26 DE SETEMBRO (SEXTA) – 17H

BATE-PAPO “LGBT E O MERCADO DE TRABALHO”

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

27 DE SETEMBRO (SÁBADO) – 19H

MISS SUBÚRBIO GAY 2014

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA

INGRESSOS: R$10 |R$5

DE 01 A 30 DE SETEMBRO – DAS 09 ÀS 18H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

EXPOSIÇÃO “O TICO TICO NO SUBÚRBIO”

A vida e obra de Carmen Miranda em exposição no Centro Cultural Plataforma

A exposição “O Tico Tico no Subúrbio” traz para o Centro Cultural Plataforma um pouco da vida e obra de Carmen Miranda, a primeira artista multimídia do Brasil. Através de fotos, revistas de época e materiais raros, o público poderá conhecer um pouco da trajetória desta consagrada artista eternizada no imaginário popular nacional desde os anos 30.

25 DE SETEMBRO (QUINTA) – 16H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

BATE-PAPO “A DIVERSIDADE SEXUAL ENTRE OS JOVENS”

Após a exibição da websérie “Família no Plural”, o público será convidado a um bate-papo com pedagogos e psicólogos sobre a diversidade sexual na juventude, retratando desde a descoberta e aceitação sexual entre os jovens até os casos de homofobia que cresceram absurdamente no Brasil nos últimos anos. Além disto, assuntos como reconhecimento social das identidades de gênero e casamento igualitário também serão pautadas nesse debate.

 

26 DE SETEMBRO (SEXTA) – 17H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

BATE-PAPO “LGBT E O MERCADO DE TRABALHO”

Como andam as relações de trabalho entre pessoas de orientações sexuais diferentes? Como os gays e lésbicas escapam dos estereótipos do mercado de trabalho ao atingirem postos de lideranças em empresas e organizações de trabalho? Quais os procedimentos jurídicos a serem tomados em casos de homofobia no ambiente de trabalho? Questões como estas serão debatidas entre o público e convidados que irão acompanhar casos reais em vídeos e depoimentos.

23 DE SETEMBRO (TERÇA) – 19H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

EXIBIÇÃO DO FILME “JESSICA CHRISTOPHERRY”

(Direção e Roteiro: Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna)

Jéssica Cristopherry! Assim se chamavam todas as personagens da infância de Paula Lice. Atriz, dramaturga e mulher, Paula conta com o apoio das madrinhas Carolina Vargas, Gina d’Mascar, Mitta Lux, Rainha Loulou e Valérie O’hara, para resgatar Jéssica Cristopherry e realizar o desejo de ser transformista. O filme de estréia da Buh!fu Filmes, parceria entre os artistas Rodrigo Luna, Ronei Jorge e Paula Lice, documenta a construção de Jéssica Cristopherry e carinhosamente homenageia a cena transformista.

24 DE SETEMBRO (QUARTA) – 19H

PRAÇA DA REVOLUÇÃO – PERIPERI / ABERTO AO PÚBLICO

VÍDEO PERFORMANCE: EXIBIÇÃO DE “ODETE, TRAGA MEUS MORTOS”

(Criadores-intérpretes: Edu O. e Lucas Valentim)

Utilizando-se de movimentos que misturam o teatro e a dança, Edu O. e Lucas Valentim trazem na performance, elementos que fazem referência a morte para dar vida ao processo de experiências. Para os dançarinos, mais importante que o tratamento da morte, é tomar o fim da vida como ponto de partida para chegar aos fatos engraçados, emocionantes… O espetáculo filmado brinca com o “bater as botas” onde o apetrecho é cenário, é parte de coreografia, é artifício para tornar movimentos em algo gracioso. A mesa de chá, posta sob o palco, é um convite para os dançarinos mostrarem ali seu processo de troca de experiências, mas também um convite ao público compartilhar deste momento com eles. Uma obra aberta, maleável, dependente de experiências vividas.

25 DE SETEMBRO (QUINTA) – 15H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

EXIBIÇÃO DA WEBSÉRIE “FAMÍLIA NO PLURAL”

(Realização: André Araujo, Artur Dias, Diogo Petersen, Evandro de Freitas, Larissa Brujin,

Paula Guerra e Pedro Dell’Orto)

Tida por muitos como uma instituição “ultrapassada”, a família, hoje, se reconfigura e se apresenta dentro de novas formações. Especialmente pela garantia de direitos a casais homossexuais, essas outras formas de configuração, para além do modelo clássico pai-mãe-filhos, tomam força e tentam se cristalizar socialmente.

É esse universo, então, que pretendemos explorar, mostrando que essas realidades plurais são muito mais comuns do que imaginamos. Assim, queremos ajudar a reduzir estranhamentos, desconstruir mitos citados e construir outro tipo de representação em torno da homoafetividade.

26 DE SETEMBRO (SEXTA) – 19H

CENTRO CULTURAL PLATAFORMA / ENTRADA FRANCA

LEITURA DRAMÁTICA “DRÉA”

O espetáculo pretende refletir, a partir de uma personagem inspirada em uma pessoa real, como as transformações físicas e os estratos sociais moldam o ser humano, e como é possível a busca por um corpo e por uma identidade próprias ante uma sociedade que impõe rótulos e padrões moralmente aceitáveis. A personagem reflete sobre um corpo híbrido e sua relação com o outro ali presente.