Terminaram as conferências territoriais

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10 de outubro de 2011
por Genilson Coutinho

Terminaram as etapas territoriais da II Conferência Nacional LGBT na Bahia. Foram realizadas 15 conferências, duas a menos do que na primeira, em 2008. A redução numérica é resultado provável do menor investimento do Estado, pressionado pela onda conservadora, avaliam membros da sociedade civil da Comissão Organizadora Estadual. A carta do Fórum Baiano LGBT foi fundamental para que o Governo da Bahia participasse mais dos esforços da Conferência, que vinha sendo (e ainda é) levada pelos movimentos sociais. Identifica-se ainda o crescimento e o amadurecimento do movimento LGBT do interior do estado.

Nesta segunda 10, a partir das 15 horas, os preparativos para a Conferência Estadual se aceleram em reunião da Comissão Organizadora e do Comitê LGBT. A maior preocupação da COE é a garantia da vinda das delegações, cuja responsabilidade cabe aos municípios. Outra tarefa será fechar a programação e definir os convidados, há duas semanas do evento. A SJCDH tem corrido para garantir a logística e a estrutura do evento.

A professora da UFAL, Ana Cristina Santos, já confirmou presença, e há informações de que o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) também. Mas é o Conselho Nacional LGBT que, abaianado, marcará forte presença. Além da vice-presidenta, Irina Bacci , e do coordenador-executivo, Igo Martini, os conselheiros baianos também acompanharão esta etapa da conferência nacional: Keila Simpson (ABGLT), Millena Passos (ANTRA), Leandro Colling (ABEH), Djalma Rodrigues (ABEH) e Vinícius Alves (ABGLT).

Fonte: Fórum Baiano LGBT