Samba e diversidade marcam Carnaval em palcos do Pelourinho ; confira a programação

Música, No Circuito
10 de fevereiro de 2018
por Genilson Coutinho

A efervescência do Carnaval tem animação garantida no Centro Histórico. Além dos desfiles nas ruas do Pelourinho (Circuito Batatinha), dois espaços fixos vão ditar os ritmos musicais na região: o Terreiro do Samba, na praça da Cruz Caída, e o Palco Multicultural, no Terreiro de Jesus. A programação vai do samba ao hip-hop atraindo fãs de estilos musicais variados e fortalecendo a diversidade da folia.

No Terreiro do Samba, a partir das 18h desse sábado, mais de 20 atrações vão representar o estilo musical nascido na Bahia. Atrações como Chocolate, Grupo Miudinho e Som de Praia vão dar início aos festejos. Neste domingo, mesmo horário, é a vez Neto Bala, Viola de Doze, Rito Negrão entre outros. Os shows seguem até a terça-feira (13).

Já no Palco Multicultural, a regra é a diversidade, agregando ritmos como o reggae, rock, hip-hop, rap e outras vertentes. Agora em seu terceiro ano, o espaço vai receber 22 atrações até a terça. Este sábado a diversidade musical fica por conta de Os My Friend, Dionorina, Mosiah e Roça Sound convidando Almativa. Já o domingo é comandado por Dendê/SA, Diamba, CDR Style e Talloah.

O vocalista de Diamba, Duda Sepúlveda, afirma que a expectativa para o show é alta, já que a banda ama tocar no Pelourinho. “A gente preparou um repertório bem diversificado. Como estamos no Palco Multicultural, vem gente de todos os lugares. Fazemos na primeira parte algumas músicas do nosso último disco e depois tocamos alguns sucessos da nossa carreira, além de misturar com músicas do reggae baiano, brasileiro e mundial. Ao todo, serão 25 músicas”.

A banda participa da programação do Carnaval baiano há 20 anos. Sepúlveda conta que o batismo foi com Márcia Freire, quando subiram pela primeira vez no trio elétrico. Apesar de amante da folia, ele relata com pesar não poder participar de todas as festividades. “Sou muito fã do Carnaval e a partir desse sábado já não posso sair para rua porque a agenda de shows está cheia”, completa.