Profissão Repórter mostra luta LGBT por espaço na música, esporte e trabalho

Comportamento, Social
2 de agosto de 2017
por Genilson Coutinho

Profissão Repórter mostra a luta de LGBTs por espaço no trabalho

Profissão Repórter desta quarta (2) vai mostrar a luta da população LGBT por espaço na música, no esporte e no trabalho. A repórter Monique Evelle esteve com Rico Dalasam, o primeiro rapper assumidamente gay. ” Quando você pensa em me colocar numa gaveta, eu te mostro outra possibilidade. Aí você não consegue me colocar nessa gaveta. A minha magia tá nisso”, diz Dalasam.

A repórter Monique Evelle com Rico Dalasam, o primeiro rapper assumidamente gay

No esporte, o “Unicorns Futebol Clube” e “Bulls” são times exclusivamente gays. Os fundadores dizem que nunca conseguiram jogar futebol por causa da orientação sexual. O time “Unicorns” foi o primeiro a nascer. Dois anos depois, já tem vinte jogadores. O repórter Caco Barcellos acompanhou os jogos.

Profissão Repórter mostra a luta de LGBTs por espaço no esporte

A repórter Danielle Zampollo investigou como é a aceitação dos funcionários homossexuais no mundo corporativo. Ela esteve num happy hour semanal com mais de cem executivos gays. Poucos concordaram em aparecer com medo do preconceito nos escritórios. Danielle também acompanhou a história de um funcionário que gravou os ataques homofóbicos do chefe.

Profissão Repórter vai ao ar às quartas, depois do futebol.