Professor dá show ao responder aos seus alunos se ele é gay; veja a resposta

Notícias
29 de setembro de 2016
por Genilson Coutinho

O debate  sobre a sexualidade do professor teve início com a pergunta de uma aluna  sobre a orientação sexual do professor Vitor Fernandes, do Rio de Janeiro, que indagou se ele era gay. Vitor poderia ter dito um simples sim ou um não, porém ele resolveu utilizar sua página no facebook para um debate sobre o tema. Após sua postagem, os cometarios e compartilhementos foram crescendo com bastante intensidade, viralizando nas redes sociais e site de notícias.

Diante da pergunta da aluna, Vítor decidiu responder aos demais alunos e aproveitou para questionar os motivos que os levaram a questionar sua orientação sexual. Foi uma conversar sem rodeios, clara e tranquila. Desta forma, o mestre aproveitou a oportunidade para debater na aula os estereótipos associados ao que é “ser homem heterossexual“.

Neste bate papo a classe se posicionou sobre diversos temas que definiam a orientação sexual de uma pessoa e o professor foi listando essas observações da turma.

No último dia 19 de setembro, Fernandes postou em  rede social o assunto  que se transformou em um viral nas redes socais. Mais de 76 mil pessoas compartilharam e apoiaram a postura do professor e a postagem já tem mais de três mil comentários. De curtidas, já passam de 46 mil.

O professor tem acompanhando a repercussão da sua atitude e agardecido o apoio da mídia na divulgação desta atitude cidadã.

Na página do Facebook do nosso site ele deixou o seguinte comentário:

“Fico muito feliz em ver o artigo sendo publicado aqui. Espero ajudar o debate de alguma forma. Não sou estudioso do assunto. Pode ser que alguma comparação que fiz tenha sido inadequada, mas eu estava lidando com adolescentes de 15 anos da periferia do Rio, que nunca tiveram essa discussão. Então os exemplo precisam ser simples. Espero ter contribuído” postou Fernandes.

.Veja a resposta do professor:

Professor, o senhor é gay?

Já ouvi essa frase algumas vezes. Uma vez por ano ao menos algum aluno pergunta. Na verdade, geralmente alunas. Como já ouvi várias vezes e sempre me intriguei com o porquê da pergunta e hoje, a pergunta veio de uma aluna de uma turma de 1º ano no meu CIEP, em Inhoaíba, resolvi usar Paulo Freire e partir do concreto para o abstrato. Parei a aula e mudei o tema para “gênero e sexualidade” (estudávamos antropologia, então é pertinente). Usei a pergunta da aluna e a mim mesmo como exemplo.
Perguntei a ela o que a levou a fazer a pergunta. Qual era o motivo da suspeição da minha homossexualidade? A aluna não quis responder, com medo de uma reação negativa ou até agressiva minha, como é bastante comum na sociedade. Insisti e ela começou a falar. Daí todos os alunos se interessaram muito e começaram a falar também os motivos de suas suspeitas.
Resolvi, para ser didático, anotar no quadro os motivos para debater um a um.
Os motivos, que para eles são características da homossexualidade que eu tenho, foram os seguintes:

– Uma aluna me deu mole e eu não “peguei”.
– Coloco às vezes a mão na cintura
– Gestos e fala característico de homossexual (segundo dois garotos apenas)
– Não fala de relacionamentos, namorada, nem da vida pessoal, o que fez no fim de semana, etc. E outros profs falam…
– Sou professor novo, moderno, simpático. Isso n é característica masculina.
– Tem outros alunos comentam que eu sou gay
– Sou vaidoso, me cuido esteticamente.
– Quando os alunos me perguntaram se eu era gay, não neguei agressivamente, mas debati o assunto. Só no final disse que não era. Não provei que era hétero mostrando fotos minha com alguma namorada, etc
– Não sou machista
– Tenho 30 anos, não casei e não tenho filhos. Todos as pessoas e trinta anos que eles conhecem já casaram e tiveram filhos. Só gays chegam aos 30 sem casar.
– Tenho amigos gays.

Sim, a lista foi longa (rs) e os instiguei a falar tudo.
Não é difícil deduzir que os pressupostos (anotados no quadro tb) dessas falas são:

– Homem que é homem, pega aluna, não rejeita mulher.
– Homem que é homem não coloca a mão na cintura.
– Homem que é homem fala das mulheres que “pega”, “prova” que é homem através de fotos com mulheres.
– Professor hétero não é simpático. Simpatia não é característica masculina.
– Homem que é homem não é vaidoso.
– Homem que é homem nega com veemência a homossexualidade, como se fosse um crime. E é obvio que homem de verdade não debate esses assuntos, muito menos usando a si mesmo como exemplo.
– Homem que é homem é machista.
Obs.: como eu queria as feministas “linha dura” que me acham O escroto machista lá naquela sala pra debater isso com eles. rsrs
– Homem de verdade casa antes dos 30 e tem filhos antes disso.

Talvez vc se pergunte o porque eu não neguei com veemência e encerrei o assunto? Porque debati algo pessoal com adolescentes de 15 anos em média?
Primeiro: qual o problema em ser gay? Porque negar isso com veemência? É crime? Imoral? Não. Ser gay ou hétero para mim é como ser flamenguista ou botafoguense. Não tem nada de bom ou ruim em nenhum dos dois.
Segundo: Acho que foi a melhor das oportunidades de debater um assunto tão delicado e proporcionar o acesso à uma outra visão de mundo aos alunos.
Não. Não sou gay rs e fiquei impressionado com a visão estreita de gênero e sexualidade de adolescentes me pleno 2016, tão limitada e machista. E fiquei imaginando a feroz repressão que os homossexuais sofrem no dia-a-dia.
Por outro lado é compreensível os alunos terem essas concepções na cultura onde estão inseridos.
Como assim vc tem 30 anos e não casou se as meninas têm filhos aos 15 às vezes? rs
Como assim vc não pega aluna que te dá mole? Só pode ser viado rs
Eu resolveria facilmente o “problema” mostrando foto com alguma mulher com que fiquei, mas porque eu me preocuparia em provar a heterossexualidade como quem prova a inocência. Porque usaria uma mulher como prova de algo?
Pode parecer engraçado para muita gente ler isso e pra mim foi. Muito. rs Mas para eles não. É o que pensam mesmo. Parece anos 1940, mas é 2016…
Imaginem se o projeto “escola sem partido” continua avançando como está. Voltaremos às trevas em pouco tempo. Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!
O machismo é opressor com os homens também, se liguem nisso!
Obs.: Hoje fui trabalhar com uma camisa rosa. Aí ferrou… rs

  • Saladitos Brasileños

    Acho que vou ver meu vitória sendo campeão brasileiro e esse machismo não acaba…
    Abram as cabeças meus caros, estamos em 2016!!!

  • Cilas Medi

    Camisa rosa? Concordo, ferrou mesmo. Parabéns, professor: de aulas e da vida real.

  • wantuil mayhé

    Até quase o final ele foi muito bem, mas quando falou sobre “escola sem partido”, que vai fazer voltar às trevas porque não iriam debater gênero e sexualidade, acho que foi infeliz, porque o que se pretende no projeto “Escola sem Partido” é evitar a doutrinação ideológica em crianças e adolescentes despreparados para esse assunto, ficando literalmente nas mãos de militantes políticos, geralmente de esquerda.

    • Faw Fawstino

      Escola sem partido não evita a doutrinação, simplesmente evita o pensamento crítico. A escola sem partido, ideia sem
      noção da direita com medo da esquerda que os venceu por 3 eleições , tanto é que deram o golpe para retornar ao poder, “literalmente vai ficar nas mãos dos políticos corruptos, geralmente de direita.” Aff.

      • bruno

        Que golpe filho da puta? A esquerda formou uma massa de imbecis, sem pensamento crítico algum… gente gritando golpe num processo absolutamente democrático! Fazendo a defesa de uma vagabunda terrorista chamada Dilma e do maior ladrao da história da raça humana, lula…

        • Saulo Batista

          Então você ignora os áudios e a total falta de isonomia jurídica brasileira e diz “com convicção ” que mesmo sem provas ele roubou mais que sei lá Eduardo Cunha? Isso não é indignação por justiça, é partidarismo ou inocência útil. Você não é massa?

      • lucifreitas

        Só acrescento que a esquerda também tem muitos políticos corruptos , quiçá até mais. A esquerda (liderada pelo PT em 13 anos) institucionalizou a corrupção e aparelhou as estatais , criou cargos e ministérios para distribuir a seus correligionarios , financiou determinados movimentos ditos sociais (MST MTST) que na verdade são grupos milicianos que só provocam anarquia, tanto é que em 13 anos no poder, o governo não atendeu às reivindicações desses movimentos. Preferiram mante-los como movimentos (ditos) sociais.

    • Faw Fawstino

      E geralmente pastor fundamentalista. (com td respeito aos pastores éticos)

    • Gus Chagas

      Exato!

    • Saulo Batista

      Você precisa ler o texto do projeto de lei, em dois momentos ele fala sobre a família (sentido tradicional) e proíbe expressamente o debate sobre gênero ou sexualidade. É preciso conhecer antes de defender ou atacar o projeto.

    • Phil

      se ao menos leu o projeto… descobriria que proíbe esse tipo de discussão : art 2. VII , art. 3 e segundo parágrafo da justificação. Mas prefere repetir as dogmas da TV e do governo sem se informar.

  • Artur Cavalcante

    Acredito que quem critica o projeto “escola sem partido” não conhece o projeto. A direita não tem medo da esquerda, nem da discussão sobre respeito a diferenças, desde que ocorram de forma coerente e na faixa etária pertinente. 15 anos é uma boa idade para a discussão, 9,10,11 não. A sexualização precoce nos preocupa, seja ela hétero ou homo.

    • Maria

      Conhecimento sobre sexualidade e gênero não é a mesma coisa que sexualização.

      • Artur Cavalcante

        Vcs podem não aceditar mais já vimos situações que professores colocaram as crianças de 7 anos dispostas em circulo e vao explicando como um menino pode fazer sexo anal com outro menino. Isto é sexualização sim, ou não?

        • Maria

          Não é honesto intelectualmente tratar regra como exceção. É isso que você está fazendo.

          • Artur Cavalcante

            Sim isto foi uma situacao bem exagerada, mas nao foi nem de longe uma excecao.

          • Maria

            E com que critérios você afirma que não é exceção? Foi desenvolvido algum estudo ou pesquisa nesse sentido para sustentar sua afirmação? (Pergunta honesta, sem ironia).

          • Artur Cavalcante

            Sim alguns casos que ao meu ver sao criticos, mas esse foi o pior. Mas nao entrarei nos detalhes de cada um, até porque é pela minha perspectiva.

    • Saulo Batista

      Acredito que você não leu com atenção o projeto, ele proibe qualquer discussão de gênero independente da idade. E a hora de falar sobre assuntos com adolescente não é quando “acho” é quando eles têm a dúvida. Não estamos na sala de aula para atender as noções dos adultos (isso é doutrinação ) mas as necessidades deles.

    • Phil

      É triste ler este tipo de pensamente escrito. A criança, da maneira mais natural, vai começar a expressar a sua intimidade e sexualidade em algum ponto entre 15 e 21 meses de idade. Qualquer pessoa que seja pai ou mãe atenta nota isso. 9, 10,11 anos de idade é tão bom quanto qualquer outro para conversar sobre isso, embora eu recomendaria discutir estas diferenças a partir de 4 ou 5 anos de idade, usando linguagem apropriada para a idade.

      • Artur Cavalcante

        Deve ser por isso que a dona Marta suplicy algum tempo atras estava querendo emplacar uma lei que permitisse a estimulacao de criancas de 2 anos, vcs nao percebem os riscos envolvidos quanto a pedofilia? Sexualidade é importante, mas sinceramente nao é nem de longe algo pra se preocupar, as coisas se encaminham naturalmente, proporcionalmente falando as criancas que tiverem alguma dificuldade poderao passar por acompanhamento mais tarde, a escola nao precisa entrar no merito com todas. Tem assuntos de interesse da sociedade muito mais iminentes do que esse para serem tratados em sala de aula, quando eventualmente surgir, como foi o caso deste professor, ai sim podera ser discutido.

        • Phil

          O que o Sr. recusa a examinar é o fato que a sociedade brasileira atualmente discrimine, as vezes violentamente, o gêneros e as naturezas que não se conforme o cego e incorreto dicotomia de menino e menina, o azul e a rosa. Quando se trata de uma sociedade que por vez criminaliza a identidade e a até a existência de alguns membros vivos da mesma, fica difícil aceitar que existem “assuntos de interesse […] muito mais iminentes”. O direito de existir é tal fundamental quanto o direito de respirar, pois sem pleno exercício deste direito, não tem como aproveitar de nenhum dos outros, por mais bem elaborados e fundamentados.
          Pior, é que na atual conjuntura de políticos e politicas, o minimo que foi conquistado com lutas duras está um fio de evaporar, voltando 40, 50, 60 anos no tempo, relegando os que não são brancos, e homens à uma existência furtada, nos sombras e escombros da ditadura cristão evangélica. Pelo jeito, já ouviu tantas mentiras que sequer quer saber da verdade.

  • Lourenço de Andrade

    Mais simples seria ter respondido a pergunta: Professor, vc é gay? Sim ou não. Só isto…

    • Gisele Arantes

      E ninguém aprenderia nada… Parabéns pela sua “lógica”.

    • Arthur Fonseca

      O que tava em jogo não era este fato de ele ser gay ou não, era outra coisa. Professor que é professor apoia o aluno a entender o que de fato vai ser útil e que vai favorecer o desenvolvimento dele, não é um simples respondedor de perguntas.

      • Oliver Dickens

        Exato!!! :)

      • Waldson Peixoto

        O auto indagar-se do porque. Forçar o pensamento e a construção do mesmo. Ha traduzir, cada um cuidar de sua opção, porque como se diz, (o arbítrio e livre).

      • Waldson Peixoto

        O auto indagar-se do porque. Forçar o pensamento e a construção do mesmo. Ha traduzir, cada um cuidar de sua opção, porque como se diz, (o arbítrio e livre).

    • Simon Fagundes

      no texto ele falou pq ele não respondeu só com uma simples resposta…. ainda bem que existem professores assim, que se aprofunda num assunto e faz o aluno pensar e não simplesmente dizer sim ou não pq todo mundo diz sim ou não…. afinal todos nós temos cérebro e precisamos trabalhar esta parte do corpo constantemente.

    • Alexandre Scher

      vc obviamente (é preguiçoso e) nem leu o texto inteiro, né!? “perda de tempo”, certo!? aiai.. rs

  • Onete Lopes

    Sim, precisamos derrotar essa ideia de escola para defender o retrocesso. disfarçada de neutralidade

  • Anderson Giga

    Podemos levar em consideração 2 pontos:
    – Se ser ou não homossexual é como ser ou não Flamengo ou Botafogo, porque a revolta quando falam mal de homossexual? Seria como falar mal de flamenguista ou botafoguense. Acho que o exemplo não foi o mais legal.
    – Não podemos encarar as diferenças quaisquer que sejam como uma realidade lógica como somar 2 + 2. Na cabeça de um ser humano adulto permeiam dúvidas cruéis e que às vezes não são sanadas, imagine na cabecinha de adolescentes.

    Acho que o que está faltando é abordar o assunto homossexualidade como um processo de transformação do ser humano e não como um direito historicamente adquirido. Ser homem ou mulher não é como gostar de doce ou salgado.

    Agora, o que realmente é certo ou errado nisso tudo? Depende de culturas e pré-requisitos nem sempre aceitáveis.

    • Gabriela

      Pode não ter sido um exemplo legal, mas a diferença é que ser botafoguense ou flamenguista é escolha e ser hetero ou homo é condição humana. Há muita rejeição e violência com quem não é hetero, não é certo “falar mal” de condição humana. Ninguém escolhe por quem se sente atraído. Mesmo entre times de futebol, uma escolha pessoal sobre um assunto inofensivo aos olhos da sociedade (já que parece que com quem a pessoa se relaciona é tão ofensivo e tão da conta dos que estão ao redor, infelizmente) deveria haver respeito.

      O homossexualidade não surgiu agora. Desde de que o ser humano existe ele se sente atraído pelo sexo oposto e pelo mesmo sexo. Não foi uma transformação. O direito a ser conquistado é o direito de ser tratado de forma igual e respeitosa, uma vez que ninguém pode negar a homofobia na sociedade.

      A orientação sexual de uma pessoa nada tem a ver com “ser homem ou mulher”. Um homem gay não é menos homem que um homem heterossexual. A única coisa que diferencia homo de hetero é a preferência sexual. Apenas. O resto é construção social. Conheço gays que não tem nenhuma “frescura” e heteros que tem. Gays que são “machões” e heteros que não. A questão deveria ser: por que é errado ter frescura ou não ser machão? Qual é o problema de alguém que é hetero ou gay ser sensível, falar fino, ter frescura, qualquer coisa assim?
      Eu poderia dizer que é o machismo enraizado atingindo homens e mulheres, pois “é errado” o homem ser semelhante a algum comportamento julgado como feminino. Mas eu não vou nem entrar nessa questão porque vão apenas dizer que é “mimimi”.

      Quanto a questão cultural, eu concordo que há culturas e culturas, cada uma com seus costumes. Porém, existe muito preconceito disfarçado de cultura. No fim o que as pessoas querem é apenas ser livres para serem quem elas são. Nenhum homem deveria ser criticado por não ser brusco ou por ser sensível. Nenhum ser humano de qualquer orientação sexual deveria ser criticado por quem ele gosta ou não de ter relações.
      E, aproveitando, aquele argumento de muitos “é errado porque não reproduz, homem e mulher foram feitos assim para terem filhos” é furada. Nem todos querem filhos, heteros ou não; pleno 2016, já existem vários métodos para quem quer ter filhos e não pode por meios naturais, seja porque é gay ou seja porque é infértil por razões de saúde ou qualquer outra coisa; e principalmente: o ser humano não faz sexo para se reproduzir há muito tempo. As pessoas fazem sexo por prazer, pelo que dá satisfação. Se fosse assim, casais não manteriam relações se não quisessem ter filhos (no momento ou durante toda a vida). E ninguém escolhe o que lhe agrada sexualmente. Absolutamente ninguém.

      • Anderson Giga

        Perfeito.

      • Kátia Medeiros

        Sim,concordo, neste assunto da orientação sexual não é como escolha de times de futebol.

        Penso que o fato de o professor não ser homossexual, como afirmou, o tenha levado a estes exemplos.

        Quem vive na sua vida o processo de se identificar numa orientação sexual diferente da tradicionalmente aceita, em nossa cultura, sabe que não é tão simples, embora não deva ser transformado numa tragédia.

        • Marcus Cianciaruso

          Entendo e concordo que existe diferença mas eu entendi que ele quis dizer que para ele “tanto faz” se alguém é homo/hetero. Assim como “tanto faz” se é flamengo ou botafogo. Ele não estava se referindo no que leva alguém a ser isso ou aquilo. APenas que tanto faz. E não é isso mesmo? Tanto faz!

          • Kátia Medeiros

            Sim, “tanto faz”, para quem respeita as diferenças entre as pessoas.

          • Snow SV

            Marcus Cianciaruso, tu entendeu o que o professor em questão quis dizer.

          • Eric Vinícius Marinho

            Parabéns Marcus Cianciaruso, você de fato entendeu a colocação do professor.

          • Lilynda Knowles

            Isso mesmo, Marcos. Para o professor não faz diferença nenhuma e tb não deveria fazer para ninguém, pois ninguém tem que se preocupar com a vida alheia. O prof está certíssimo.

          • Arturo Gómez

            finalmente alguém que soube entender o que o cara falou. Cada dia que pasa me convenzo mais que só deberiamos falar em forma algébrica, porque se usar algum tipo de metáfora ou comparação ja tem monte de gente entendendo errado.

          • Marcus

            Pensar não é fácil… As autoridades acham que filosofia, sociologia são dispensáveis… Um pouco de boa educação resolveria grande parte dessa dificuldade de pensar, abstrair, refletir sobre o real… Quando me refiro à educação, penso na Socialização Primária, educação básica, a base… E sem a qual todo o processo da Socialização Secundaria, de educação formal está fadado a sofrer prejuízos e a ruir…

          • Marcilene Hinode Pereira

            Verdade, ou a pessoa so leu duas palavras, botafogo e sem la quem. Esqueceram de ler o q realmente o professor diz.

          • fanuel ferreira

            Curti muito seu comentário e penso da mesma forma… o problema nisso tudo é o desespero do ser humano de querer que as pessoas ajam como elas julgam ser o “certo”… e aí começam as grandes discussões, que na maioria das vezes, não nos levam para um caminho de evolução!
            Quando se aprende a respeitar (e digo tanto de um lado quanto do outro), tudo se torna mais claro e tranquilo.
            Um voto para a auto-preservação.

      • Alessandra Vieira

        Nem sempre ser botafoguense ou flamenguista é escolha. A maioria é desde
        criança por influências que às vezes nem sabe identificar. Eu por
        exemplo sou atleticana, meu pai americano e minha mãe cruzeirense. E eu
        não consigo parar de torcer pro Atlético, mesmo com várias críticas que
        tenho ao futebol atualmente. Não estou dizendo que é a mesma coisa.
        Apenas que a comparação tem algum sentido sim.

        • Ricardo Braudes

          À comparação NÃO tem sentido. Como você mesma disse, torcer para determinado time de futebol pode ser uma escolha pessoal ou pode ser uma influência. Sexualidade não é escolha e menos ainda influência. Se assim fosse, os filhos de heteros não seriam Homo.

          • Alessandra Vieira

            Eu não falei que é igual nem que homossexualidade é influência. Só falei que às vezes é algo também que a pessoa não escolhe conscientemente.

      • Jose Eduardo

        Pqp! Só falando um palavrão mesmo! Uma das melhores respostas que vi até hoje na Internet, Gabriela. Virei seu fã! Me adc no face vou amar ser seu amigo.

  • Adriana Ferro

    O que que o Escola sem Partido tem a ver com isso ? Aprovo a postura do professor, mas lamento sua colocação infeliz sobre o projeto.

    • Mabel

      Jura q vc não entendeu a relação?

    • Gustavo Ide

      Em um dos parágrafos do escola sem partido proíbe a discussão de gênero nas escolas.

    • Eduardo Oliveira JH

      Colocação infeliz é a sua colega pq deve ser uma das que não leu o PL e deve apoiar com certeza essa arapuca

    • Saulo Batista

      Leia o projeto de verdade e você descobre, pois ele proibe esse tipo de discussão : art 2. VII , art. 3 e segundo parágrafo da justificação.

      • Katita Katinha

        art.2 VII – ” direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”
        Então vc acredita mesmo que o governo, a escola e o professor estão acima dos pais na educação e formação moral do aluno???? Se não existir respaldo para os pais interferirem nestas questões, que NÃO são assuntos obrigatórios a serem ensinados aos alunos na grade acadêmica, se não existir respaldo para um aluno com convicções morais, religiosas ou espirituais diferentes e que lhe permita se recusar a participar, então só nos resta a DITADURA DOUTRINÁRIA que já vem sendo imposta. Acho que quem precisa ser de novo o projeto é você.

        Art 3 § 2º. Para os fins do disposto no § 1º deste artigo, as escolas deverão apresentar e entregar aos pais ou responsáveis pelos estudantes material informativo que possibilite o conhecimento dos temas ministrados e dos enfoques adotados.

        Se não houver esse tipo de liberdade de avaliação dos pais ou responsáveis sobre o conteúdo ensinado aos MENORES que estão na instituição de ensino, então as famílias estarão cerceadas de criticarem e participarem do que entendem ser o melhor para os seus filhos. Em uma democracia verdadeira, uam instituição educacional não pode impedir a interferência de pais, principalmentes em assuntos, digamos ‘extras’, do conteúdo acadêmico. Sou professora e o primeiro
        princípio pra mim é respeitar a individualidade do aluno relacionada à sua criação familiar e crenças.

    • Marcus Cianciaruso

      Um exercício bacana, Adriana Ferro, é trocar a palavra “Partido” por “Opinião” ao ler o projeto. Tenho certeza que ai ficará claro para você a real intenção desse PL.

  • AUGUSTO CESAR DE MELO CORDEIRO

    Muito inteligente. Precisamos debater esse assunto com os jovens pq em casa não se conversa sobre isso. Então estamos diante de uma juventude que só conhece a realidade da vida através do mundo virtual.

  • Lwhyz Dantas

    De maneira muito dinâmica o professor conseguiu dar uma aula, sobre gênero, sem ofender. Um fato incomum de acontecer, já como descrito em seu texto, a visão machista, preconceituosa e pré-conceituosa os levam a inserir e instigar pensamento, como dos alunos descreveram. Apesar de está atualmente em uma graduação, nunca vi um prof(a) agir de tal maneira. Quebrando tabus e desconstruindo de forma tão simples um assunto que está causando dor de cabeça e até mesmo, na pior da hipóteses, fim da vida para alguns. Contudo, apesar de não conhecer o prof. que declarou em sua rede social, tal resposta, me tornei fã pela simplicidade de sua resposta, sem agressão e sem exposição ou provas de teorema de sua orientação sexual.

  • Cláudio Pedrosa

    O exemplo do time de futebol para a diferença entre orientações sexuais é ótimo. Falaram que não serve porque ninguém escolhe ser homossexual. Alguém aqui já viu algum pai levar seu filho ou filha a vários clubes diferentes para que ele escolha por qual time vai torcer?
    Alguém já viu criança recém nascida presenteada com todos padrões de clubes diferentes para ela poder escolher? Ou quando a mãe ainda não deu à luz o pessoal pinta a barriga da grávida com as cores do time que espera que ela venha a torcer?
    Então quem é que escolhe ser botafoguense?!?!

    • Guilherme Lange

      Exato imagina o filho de curintiano que se atreva a torcer pro parmeiras !

  • Francisco Aragao

    Genial……. inclusive a camisa rosa no “day after”.

  • Leoquaz

    o que aprendi aqui?! pode-se falar de homosexualidade, viadagem, machismo, heterosexualidade tranquilamente MAS se colocar futebol no meio ….aí fudeu a mariola…..num mexe com o que é sagrado não gente!….
    taqueopareo!

  • Tiago Marchetti

    Parabéns pelo ensinamento realmente falta este conteúdo como muitos outros. estes adolescentes realmente pensam, conforme sociedade e pais transmitem no decorrer da criação, a comparação foi otima, é desta forma que tem que ser, temos que quebrar tabus. chega de regredir, andarmos para trás

  • Vera Lucia Martins Sarubbi

    Amei sua resposta professor, mais por aproveitar o momento real, para discutir um tema, em sua aula, de difícil abordagem, não só na teoria, como e sobretudo na prática diária. O bom professor é assim. É aquele que faz a sua aula a partir das necessidades e interesses dos alunos, levando-os a se posicionarem perante assuntos, sobre os quais, muitas vezes não têm a oportunidade de pensar, sequer falar, no contexto social onde vivem, seja ele em nível micro (família) ou macro (grupo social). Se você deixasse passar esse momento, talvez a oportunidade não voltasse a bater na porta de sua sala de aula. Não importa o que eles pensam a respeito de sua escolha sexual. Importa, sim, que eles saiam dessa visão pequena, tacanha de “um olho só”, para um olhar mais aberto sobre temas polêmicos, mas que estão aí, presentes no seu cotidiano. E que, independente de cultura ou dogmas, as diferenças, escolhas, necessidades, enfim, o que seja e venha, de cada ser humano, seja efetivamente respeitada. Ser professor não é só cumprir programas, passar informações, corrigir erros ou elogiar acertos; é, acima de tudo, mediar conhecimentos, orientar, escutar, debater, aproveitando a vida real e levando-a de modo consciente para a sala de aula.

  • Samara Valerio

    ai amei a tua postura! Parabéns e tomara que existam mais professores com o teu posicionamento, pois é inconcebível que esta geração ainda tenha esta visão retrógrada e preconceituosa.

    • Mara Sueli Silva

      Não eh bem assim, Samara…nos condenam por debatermos assuntos nao relacionados a nossa aula. O professor pegou um gancho para o assunto dele daquele dia, soube aproveitar, mas nem sempre temos essa oportunidade. Por exemplo: meus alunos vivem me perguntando se ja tive contato com extraterrestres….saio de fininho porque a apostila não me dá acesso a nada relacionado a isso.

      • Marcilene Hinode Pereira

        Uai, prq não fazer uma aula temática. Pense nisso. Deixe os alunos soltar a imaginação.

        • Mara Sueli Silva

          nao podemos…nao está na apostila, nao pode ser mencionado!

          • Marcilene Hinode Pereira

            Mara Sueli , eu se fosse professora ia ser rebelde. rsrrs ia quebrar as regras.

          • Rosi Cardoso

            Então a escola sem partido já se estabeleceu ai??

          • Jerri Dias

            Seja feliz, rasgue a apostila e dê a aula como você gostaria de recebê-la.

      • Samara Valerio

        Mara, imagino que a apostila não verse sobre muita coisa essencial para o amadurecimento humano, mas está no professor aproveitar a hora oportuna para trazer a debate assuntos assim. Vejo o professor como um orientador para a abertura do pensamento, enfim achei muito legal a abordagem do teu colega e torço para que mais “mestres” contribuam desta forma. A profissão de vocês é linda demais e essencial para criarmos uma sociedade melhor! Te agradeço pela dedicação!

        • Mara Sueli Silva

          sim, eh o que faço, mas nao é sempre, mesmo porque temos que cumprir prazos e curriculo. tenho apenas duas aulas por semana e os meninos precisam ao menos ouvir um pouco dos textos na apostila…eu lendo!

      • Carmen Vasco

        APOSTILA??? SOCOOOORROOOO!!!

        • Mara Sueli Silva

          sim, apostila e o currículo….

  • Shirley Simão

    Parabéns …pensamento totalmente coerente!!! Eis aqui a igualdade de gênero, a transposição dos modelos impostos. Homens, mulheres, gays, héteros …antes de tudo seres humanos!

  • Eduardo Andrea Sento Se

    O papel do professor é fazer com que os alunos pensem, discutam, duvidem,não aceitem as verdades como absolutas,aceitem o contraditório e assim vamos eliminando a servidão voluntária que La Boetie tanto combateu.Ele fez sua parte…com muito profissionalismo.Isso é magistério.

    • Carlos Adonias

      Certo, Eduardo, o papel do professor é fazer com que o aluno desenvolva o senso crítico, que ele aprenda a pensar para não ter que assimilar verdades prontas que a midia nada isenta queira lhe incutir.

  • Phil

    É triste ler postos sem reflexão e/ou pensamento crítico. A criança, da maneira mais natural, vai começar a expressar a sua intimidade e sexualidade em algum ponto entre 15 e 21 meses de idade. Qualquer pessoa que seja pai ou mãe atenta nota isso.
    Mas pelo que se ver escrito aqui e pelo mundo das medias sociais, tem pessoas que recusam a examinar o fato que a sociedade brasileira atualmente discrimine, as vezes violentamente, o gêneros e as naturezas que não se conforme o cego e incorreto dicotomia de menino e menina, o azul e a rosa. Quando se trata de uma sociedade que por vez criminaliza a identidade e a até a existência de alguns membros vivos da mesma, fica difícil aceitar que existem assuntos de interesse muito mais iminentes que a identidade plena. O direito de existir é tal fundamental quanto o de respirar, pois sem pleno exercício deste direito, não tem como aproveitar de nenhum dos outros, por mais bem elaborados e fundamentados.
    Pior é que, na atual conjuntura de políticos e políticas, o mínimo que foi conquistado com lutas longas e cansativas, sempre batalhando para o obvio e o humano, está a um fio de desaparecer, voltando 40, 50, 60 anos no tempo, relegando os que não são brancos e homens à uma existência furtada, nos sombras e escombros de uma ditadura cristão evangélica. Pena que são os poucos já iluminados que mais querem saber da verdade.

  • caiomaia

    peraí, cara, sexualidade ninguém discute, mas usar isso pra dizer que é normal ser flamenguista? qual a agenda oculta nesse papo?

  • Nilo Canuto

    Achei a carta digna de apreciação, resolvi lê-la. Mas é preciso problematizá-la também. Até pouco antes do fim eu me senti completamente representado pela narrativa descrita. Me vieram filmes na cabeça de experiências que tive, mas no momento em que ele revelou não ser gay foi como um balde água fria. Comecei então a pensar sobre o que ele estava enxergando como “a opressão machista aos homens”: seria o fato de os estudantes o interrogarem a cerca da sua sexualidade? Mas se ele é hétero, que ameaça isso representaria, uma vez que ele está inserido no grupo privilegiado? Ainda que sua performance de gênero esteja associada a de um homossexual afeminado não temos, em si, uma situação, pelo menos não objetivamente, de opressão. Seriam as perguntas então que teriam o incomodado? Seriam as “acertivas” dos alunos sobre seu comportamento? Qual o motivo de todo descontentar do professor? Pois eu lamento profundamente dizer que os alunos não estão dizendo mentiras, não é a visão deles sobre a masculinidade que está ultrapassada, é antes o próprio comportamento social dos homens que o é. O fato dele ser associado ao perfil de um homossexual porque tem todos os atributos citados, mas mesmo assim ser hétero só me dizem que ele é uma exceção e que as exceções só nos servem para confirmar a regra: homens para serem homens não agem dessa forma. Dialogar num espaço de sala de aula com alunos sobre gênero e sexualidade não configura a meu ver uma situação de opressão, salvo se confirmadas as teorias dos alunos e estes passassem a agir de maneira discriminatória, como acontece, muitas vezes, nos casos em que o professor realmente é gay. Portanto, dizer que tal situação é opressora com homens me parece uma forma de dizer mais uma vez: não incomodem os homens com suas perguntas, além de um total desconhecimento do que seja a real opressão sofrida diariamente por professores gays, por exemplo. No caso eu mudaria o título do texto para: O MACHISMO É OPRESSOR COM OS HOMENS GAYS TAMBÉM!

    • Dan Freire

      Não foi esse tipo de opressão que ele falou no texto, a opressão que ele fala é a respeito das ideias preconcebidas das pessoas de que se você é homem você só pode agir de tal forma (falar de quem pega, não cuidar da beleza, não rejeitar mulher etc) se fugir desse padrão na cabeça das pessoas você não pode ser heterossexual

    • Francisco Vorcaro

      Para mim que sou professor não pegar aluna sognifica antes de tudo respeitar a pessoa que pagou pelo meu conhecimento e não transfornar aquilo em mercado de sexo fácil, principalmente porque muitas mulheres se apaixonam pela intelectualidade do professor. Isso é ser homem e não machista, que era o que ele estava querendo demonstrar.

  • Helena

    Meus parabéns, Vitor! Mesmo sendo um professor da rede pública, tiveste a paciência e o desprendimento para tirar tanta ideia preconceituosa das cabecinhas do teu “pequeno público”.
    Vou te contar uma coisa: da mesma forma que tu enfrentas esta desconfiança quanto à tua sexualidade pelos motivos expostos, eu enfrento duas especulações quanto à minha vida particular.
    Como já passei dos 30 anos, também cuido da minha aparência, não tenho defeito, doença, etc. visível, trabalho e ganho razoavelmente; as pessoas, em geral, inventam duas fofocas sobre mim porque estou solteira há algum tempo (e não tenho mais paciência pra “ficação” rs): ou sou homossexual (apesar de já ter sido casada e ter uma filha) ou – e essa é a que me indigna mesmo – sou amante de um homem casado. (????!!!!)
    Estamos muito bem aqui nesta cidade do interior. Pra usar a linguagem corrente : TUDO PUTA! É SAPATA! ou É A GURIA DO FULANO!
    Desconfiar que se leva uma vida em paz o povo não quer.
    Haja paciência!!!
    Felicidades pra ti.

    • Valquiria Tito Casetta

      Mesmo sendo um professor da rede publica, tiveste paciência e o desprendimento…, sinceramente não entendi, porque na sua visão os professore de escola pública não tem competência para nada. Que frase infeliz e preconceituosa. O professor tanto de escola pública como particular, estudaram em universidades iguais ou você acha que os de escola publica não fizeram faculdade.

      • Claudia Gomes Silva

        Você sabe muito bem que os professores da rede pública (nem todos, graças a Deus) meio que chutam o balde, até porque trabalham sem a mínima condição necessária para exercerem dignamente a sua função, e neste círcuolo vicioso não são cobrados como os da rede particular, a propósito você tem filhos? Eles estudam onde? E se não filhos e fosse dar uma sugestão de escola seria qual? Ah me poupe.O professor é um show.

        • Jéssica Marques

          Até pq trabalham sem a mínima condição necessária tbm é um equívoco ao meu ver.

      • Helena

        Infeliz e preconceituosa és tu. Se tivesse um pouco mais de miolo, já teria compreendido que elogiei o professor ainda mais, pois é sabido que a escola pública retribui pobremente os seus professores e os sobrecarrega com turmas enormes.
        Obviamente quem escreve “o professor (tanto de escola pública como particular) ESTUDARAM” e separa o sujeito do predicado com vírgula não pode entender nada mesmo. Não faz concordância e não conhece nem a regra mais básica da sua língua pátria.
        Logicamente, tu tens problema com interpretação de texto.
        Quanto aos professores que se esforçam, como o Vitor, sejam de escolas públicas ou privadas, merecem muito mais que palmas e reconhecimento público. Fazem jus a um salário digno e a condições de trabalho estimulantes para continuar o belo trabalho.

        • ANDANA30

          Puxa Helena, pra quem se acha bem “educada”, quanta ignorância. Espero que não seja professora, pois se for, faz jus a educação perpetrada pelo presidente que não gosta de ler.

    • Tatiana Braga

      Helena, seu relato é bem parecido com o que vivi. Morava numa cidade em que as mulheres, na maioria, sonha em arrumar um bom casamento. Trabalhava, morava só é não dependia de ninguém. Não tinha paciência pra balada nem para ficar dando satisfação para ninguém, por isso ninguém sabia se eu tinha algum relacionamento. A amiga mais próxima era filha de uma mulher com problemas de saúde, que não aceitava nenhum namorado da filha e era dada a escândalosua. Por isso ela também não revelava sua vida a ninguém. Quando eu apareci grávida muita gente veio perguntar qual tinha sido a reação dela. Ainda não entendi dessa vez é disse que ela estava feliz por mim. Só quando perguntaram se eu tinha feito inseminação artificial e se ela tinha participado da escolha é que fui entender.

  • Thais Cezar Salgado

    Meu Deus.. vocês só sabem julgar… falar mal, criticar, vocês não sabem ver o outro lado, só sabem colocar defeito.. o cara foi perfeito, foi incrível.. mais professores desse jeito no mundo!!

  • Otávio Azevedo

    Belo texto, mas tendencioso. Por qual motivo – caro professor – essa sua experiência, necessariamente restrita e estrita, lhe leva a crer que “Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!”?. Parece haver boas intenções na sua colocação, mas debaixo dela pode estar escondida uma segunda intenção.

    A ideologia de gênero é um dos esteios da Esquerda, que pretende tirar das famílias certas prerrogativas que só a estas compete. Tal alegação vem de encontro àquilo que sabemos ocorrer nas escolas: a infiltração de professores “ideológicos” que trabalham – conscientemente ou não – para a Esquerda, no intuito de converter nossos filhos à sua ideologia.

    Eu, que sou pai de 5 filhos, dois deles menores, gostaria que as escolas e professores lhes ensinassem apenas a pensar de forma mais lógica e lúcida, e não usassem a natural ascendência sobre meus filhos para implantar ideologias de qualquer espécie, mesmo que disfarçado sob as melhores intenções. Gostaria que eles próprios, ao amadurecer na idade, tivessem um papel em branco para desenhar por suas próprias escolhas os caminhos que resolverem trilhar.

    • Arturo Gómez

      qual é a ideología, nobre pai, que os mestres estão intentando implantar nas escolas e nos inocentes cérebros de teus filhos? Explica para este pobre ignorante, explica com cuidado, porque não entendo muito bem. Muitio obrigado.

      • Zelda Hillesheim

        Acho que você lê pouco.

        • Zelda Hillesheim

          Leia escolasempartido.org

        • Falbalah

          Acho que você lê mal.

        • Arturo Gómez

          Vamos, fala, me convence, se tens argumentos, por que sobreentendidos. O giz e o quadro estão ai para vocês. Adiante, eu educadamente, prestarei atenção as vossas razões. Vamos, adiante.

    • Carlos Adonias

      Você acha mesmo que existem professores esquerdistas infiltrados nas escolas? Pois eu acho que, infiltrados ou não, existem muito mais direitistas nas escolas. A pergunta que a aluna fez ao professor é indício disso; ou então ela está aprendendo a ser preconceituosa em casa, vendo televisão, através do whatsapp, das redes sociais, na rua, enfim. Nesse caso a escola sendo o nosso segundo lar, conforme aprendi ainda menino, é lugar para se educar e para curar os vícios adquiridos fora do ambiente familiar e da escola.

      • Otávio Azevedo

        Provavelmente a sua experiência é diferente da minha. Mas o que eu quis ressaltar no meu comentário é que há coisas que eu entendo que são prerrogativas do pai e da mãe, como educação sexual e política. Pelo menos no que diz respeito à filosofia envolvida nesses conceitos.

        A ideologia de gênero foi uma tentativa nefasta do governo deposto que, a grosso modo, pretendia implantar nas escolas um modelo de educação sexual onde as crianças começariam por apreender a noção de que nascem “neutras”, ou seja, sem sexo. Daí, a decisão de ser menininho, menininha ou outro gênero – entre uma enorme gama de possibilidades – seria escolha de cada um. Essa tentativa foi derrotada no Congresso Nacional em junho de 2014, mas ainda há muitos inconformados que pretendem que as crianças sejam submetidas a essa doutrinação.

        Trata-se, sim, de um dos esteios da Esquerda, que entende que a destruição dos chamados “valores e elos familiares” torna mais fácil fazer com que o indivíduo passe a projetar no Estado o seu “Pai”. Para a Esquerda é importante dissolver noções de família, patriotismo e Deus, colocando o Estado como substituto para todas essas demandas, tornando-se este o princípio e o fim. E quanto mais cedo incutir essa doutrinação, melhor, posto que as crianças, por não terem ainda opinião formada, são mais fáceis de se moldar. Decididamente eu não quero isso para os meus filhos.

        • Francisco Vorcaro

          Pregorrativas de pais e mães… mas pena que hoje em dia eles preferem deixar os filhos no celular do que fazerem isso AHAHAHAHAHAHA

  • Zelda Hillesheim

    Não entendi a relação do caso com o projeto “escola sem partido” . Sexualidade não está na pauta do projeto. Fala sobre doutrinação política. Ou estou errada?

    • Ezequiel

      Deve ser fanfic de esquerda

    • Dan Freire

      Está errada, o projeto tem um artigo que proíbe discussão de gênero na sala de aula, pode ler

  • MariaCarolina Menezes

    Demais!! Você tem meu mais absoluto respeito!! Todas as formas não agressivas e reflexivas apontam para a luz!

  • D.j. Boca Salles

    Não tem que debater nada de sexualidade na escola,quer ser gay é seu problema, mas crianças não devem ser expostas a sexualidade só para que não heteros se sintam bem.

    • Malu Domingues

      Como assim? Expor crianças à sexualidade?! As crianças vivem a sexualudade, ela faz parte da vida! Não é sendo Bolsonaro que se combate Jean Wyllys! Ambas as posturas são espúrias e perniciosas. E esse professor conseguiu fazer uma discussão tranquila e superproveitosa, aposto que seus alunos jamais o esquecerão. Mais que um professor, é um mestre.

      • D.j. Boca Salles

        Minha senhora,se resolve na sua familia que ensine os seus com os 4 e 5 anos como esses comunas de merda querem. Na minha familia não!

    • A verdade doi

      Sai pra lá vagabundo.Um vadio DJ querer dar moral e osso.Mais mal influencia que esses vadios que se intitulam de DJ.

      • D.j. Boca Salles

        Grande moralista que se esconde em um perfil falso.Sou DJ a 40 anos e tb policial

      • D.j. Boca Salles

        E Carlos que é vc para me chamar de vagabundo? O que vc fez na vida? Seu bosta tenho ate honra ao merito da camera dos vereadores do Rio de Janeiro, e vc foi reconhecido em que? VADIO É A PUTA que te pariu!

  • Lenita

    Maravilhoso! Adorei sua atitude!!

  • Hatuey

    Você está com fome? Vamos falar dos agrotóxicos, dos alimentos geneticamente modificados, etc. Muito mimimi.

  • Nill Neto

    Se me permite um comentário, eu achei louvável a posição perante os adolescentes, bem como a sagacidade ao abordar tal assunto e, já desnecessário dizer, que concordo em grau, gênero e número com tudo, exceto um único ponto… Não é gênero e sexualidade o que precisa ser mais abordado não apenas nas escolas, mas também em casa e em todos os âmbitos da sociedade… Eu diria que a solução vai muito além disso. Mas sim os conceitos, princípios e, sobretudo, a pratica da ética social, moral e respeito pelo ser humano em geral. Uma vez que essas crianças e adolescentes vivenciarem seu desenvolvimento sendo “regados e adubados” por esses novo ponto de visão não se ouvirá mais tamanha falta de noção, pois eh notório que sequer fazem ideia do que falam. Não existiriam mais “neguinhos”, “gordinhos”, “viadinhos”, “o mocinha”, “a macho-fêmea”, nem tantos outros apelidamos “carinhosos” que tanto se pode ouvir por aí. Em suma, se tivessem sido criados desde novinhos aprendendo sobre respeito e ética, mesmo q não soubessem muito sobre a sexulidade em si, para eles não faria a mais ínfima diferença se o professor ou qualquer outrem é ou não homossexual de fato, ou se, independente disso, seus gestos e falta de “provas” de sua orientação sexual são ou não suficientes para determinar seus gostos quanto à sua intimidade. Por outro lado, a menos que a pessoa em questão se declarasse homosexual explicita e desnecessariamente, para os alunos, este seria apenas o “fulano de tal” ( o Carlos, o João, a Maria, …) e não o “fulano de tal que é demasiado educado para ser hetero… Só pode ser gay.”.

  • betão

    Realmente é insuportavel isso…eu afirmo que os homosexuais são os judeus da vez…o carro chefe nessa onda de extremismo depois vem os esquerdistas, os ateus e qualquer um que não se enquadre nos padrões sociais.

  • http://yourmachinima.com/ spyvspyaeon

    Muito bem, uma grande lição ao cliché, e essa cultura machista. Ironicamente passei já por essa questão de acharem porque o modelo já está pré concebido. Quando não há modelo, é tudo fantasia. Mas fico a pensar quando essa fantasia de macho, causam muitos problemas neste mundo, não só no Brasil, mas pelo mundo fora uns menos graves que outros – mas o rótulo está lá. É triste ver esse comportamento tão enraizado, é triste .

  • Rosangela Cutolo

    show adorei isso esta atitude ématuridade

  • Dornel Marbodo

    Nossa ! sou gay para sociedade privada de cultura e intelecto,A humanidade é tao perdida que essas caracteristicas de Macho e Femea vao desaparecer ,o futuro sera um ser caracteristicas de ambos os sexo…( segundo a rencarnação)

  • francisca alencar balbino

    Homem que é homem, no meu ponto de vista não precisa ficar pegando mulheres ou rejeitando cantadas das mesmas, basta simplesmente ter caráter e respeito. E para ser homossexual ou não, isso não é da conta de seu ninguém, pois cada um tem o livre arbítrio de ser o que bem entender de sua vida.
    Parabenizo o professor em dar a resposta sem discussões fúteis.

  • Joaquim Barbosa

    Parabéns, professor…

  • Marcia Rodrigues

    Desculpa.. mas o que tem a ver isso com a escola ter partido? se o professor/a inspira, faz pensar o aluno termina por ter curiosidade sobre a opção política, também. Mas.. fazer doutrinação política como tenho visto, não é a mesma coisa que atacar a opção sexual? afinal.. temos visto que nenhum partido interessa ao Brasil, nenhum em particular. Vemos comunistas com hábitos capitalistas extremos, vemos esquerda comungar com a extrema direita e até praticar uns golpes juntos.. ou seja, doutrinação partidária é tão ruim quanto ser religioso fanático. A escola precisa mudar, sim, falar de temas contemporâneos, até porque a falta de informação de qualidade nas escolas, é que produz esse tipo de pais e filhos, retrógrados, ignorantes e que por muito pouco não voltam às cavernas. Na verdade, acredito que por falta de cavernas! Então, ao invés de vociferarem contra os alunos palavras de ordem da “esquerda” (que de esquerda nada tem!), deviam dar subsídios para que os novos cidadãos aprendam a COBRAR do poder público, e não fazer torcidinha organizada pra partidos políticos!

    • Dyeniffer

      Deixa de ser escroto.. .não tem assunto na sua casa por você estar em família que fuja do cotidiano?A mesma coisa na sala de aula,hoje em dia ou você age com o realismo e coloca na cabeça dos adolescentes com correção dos fatos,ou o preconceito se aflora.”Ou você acha que seria melhor os alunos continuarem agindo de maneira errada,com as dúvidas da sexualidade do professor? Eles iriam bater na mesma tecla sempre,atrapalhando mais ainda a relação entre professor e aluno.Ele cortou o mau pela raiz de uma maneira educacional,mostrando que existe machismo aonde não deveria,existe preconceito sem realismo.Bullying está nas pessoas machistas,ignorantes assim ele soube além de mudar a situação mudar o ponto de vista dos seus alunos.Vale a pena você também ,ao invés de julgar rever seus conceitos.Parabens ao professor!

    • gustavo bitencourt

      O Escola sem Partido tem partido, e esse partido é o PSC. Acho que você deveria dar uma lida no projeto, pra entender a gravidade da censura ideológica que estão propondo.

    • Lucia de Aguilar

      Marcia, tem tudo a ver. O que o professor fez foi possível por ele saber lidar com a possibilidade de dialogar aberto e francamente com seus alunos, sem medo de censura prévia. Na verdade, o projeto não só coloca uma mordaça no professor como o encurrala a apenas ser transmissor do conhecimento que não edifica, nem interessa aos jovens na atualidade. Quando cria-se uma lei que tira a liberdade de escolha e de expressão do professor, tira-se a liberdade de cátedra, apequena-se a profissão e ignora-se sua formação. Outra coisa: Quem te disse que a só existem professores de esquerda??? Quem te disse que o professor e tão poderoso a ponto de fazer a cabeça de seus alunos??? Se assim fosse, não teríamos tanta gente defendendo a lei da mordaça.

    • Geraldo Gomes

      Show, é isso aí!

  • Vandir Sousa Ribeiro

    A palavra GAY é utilizada negativamente para definir homosexuais, a homosexualidade está nos cromossomos X e Y explicada pela ciência e por muitos anos de estudos, é por isso que em uma família com criação para serem todos héteros pode acontecer igual que alguém seja homosexual, e por isso surgiu a expressão “sair do armário” um canto onde utiliza-se como esconderijo em brincadeiras de crianças, por isso, homosexualismo não é vinculado à educação ou orientação, inclusive os atos de muitos “heterosexuais” são extremamente mais constrangedores à sociedade do que atos praticados por homosexuais, então as pessoas que não estudam, utilizam diversas colocações para ofender os homosexuais, na maioria pessoas muito responsáveis e queridas por todos, assim como muitos heterosexuais também, cabe à quem tiver inteligencia respeitá-los assim como respeita-se à todos, inclusive isso deveria ser mais debatido este assunto, porque existe até medicamentos para tratar o físico e atrasar uma definição de homosexuais, medicamentos utilizados em vários países inclusive no Brasil se não me engano, pois assim ele atrasa e ainda pode se tornar hétero, mas isso não é questão de criação ou ensinamentos, a ciência explica, cromossomos X e Y, estudem, entendam, e respeitem!

    • Suzette Morais

      Homossexualidade não é doença, logo não há “tratamento”.

      • Vandir Sousa Ribeiro

        Ninguém falou que é doença, mas é nos cromossomos, já foi explicado e existe diversas matérias na internet em inglês para você ler se desejar aprimorar os seus conhecimentos, o objetivo do tratamento é retardar a puberdade, acho que você sabe o que é isso, se não souber estude mais, recomendo!

        • Suzette Morais

          Vivo no Canadá, que não é propriamente um país do terceiro mundo e aqui não há “tratamentos” nenhuns para, citando-o “atrasar uma definição dê homossexuais”

          • Vandir Sousa Ribeiro

            Então seu país está atrasado me desculpe, primeiro se pergunte, você acredita que homo-sexualismo se ensina?, já respondeu sua pergunta?, acho que não se ensina não é?, é lógico que não, é por isso que muitas famílias mesmo criando os filhos de determinada forma e educando os mesmos ainda pode surgir alguém com tendência à ser um homo-sexual, sabe porque?, porque esta vinculado com os cromossomos X e Y, isso já foi explicado em diversas pesquisas, só não entende quem não tem capacidade intelectual para isso, existe medicamentos que podem atrasar a puberdade e os médicos em muitos casos se utilizam destes medicamentos, se não é ensinado é físico não é?, ou vai ser oque?, fantasma?, convenhamos, estude mais por favor, temos que respeitá-los, simplesmente isso, eles nasceram assim e assim serão respeitados!

          • Suzette Morais

            Exactamente por no Canadá não existir nenhum tipo de discriminação, sendo punido por lei quem exerça qualquer tipo de discriminação, é que aqui homosexualidade não é doença. Mas se calhar somos mais atrasados do que vocês aí no Brasil.

          • Vandir Sousa Ribeiro

            Eu acredito que alguém com tenha conhecimento sobre isso sim, não estou falando que é doença, como falei em 2 comentários já, falei que é explicado pela ciência a razão de alguém ser homo-sexual, por causa disto, a menos que a as pessoas pensem que oque tem no meio das pernas é que faz gostar de um ou de outro, é por isso que foi explicado que é nos cromossomos, o X e Y, pois são os que definem hétero-sexuais, e a única opção é respeitá-los mesmos e tratarmos de forma educada, assim como devemos fazer com todos!

          • Vandir Sousa Ribeiro

            Você pode ler esta matéria, eu respondi você anteriormente, não sei porque sumiu meu comentário!

            http://hypescience.com/novo-estudo-pode-mudar-vida-de-adolescentes-transgeneros/

          • Suzette Morais

            Aconselho-o vivamente a ler atentamente o que partilhou e a estudar e aprofundar um bocadinho mais acerca do assunto que pretende discutir. Se calhar estudar um pouco mais a língua portuguesa, para uma melhor interpretação do vocabulário, seria aconselhável no seu caso. Transgeneres/transsexuais é uma coisa. Homossexuais é completamente diferente. Cumprimentos para si também.

          • Vandir Sousa Ribeiro

            Acredito que não há capacidade intelectual alguma em continuarmos uma discussão já que em seu país não sabem nem oque significa uma coisa ou outra, como falei anteriormente e você me recomendou a palavra à “calhar”, seria interessante vocês estudarem mais por aí, porque afinal de contas, pode ser útil mais informações, ambas as coisas estão vinculadas, isso qualquer um pode entender! Passar bem!

          • Suzette Morais
          • Vandir Sousa Ribeiro

            Todos interligados pela única coisa que falei, cromossomos X e Y responsáveis por não haver definição entre físico e sentimental! É justamente por isso que existe os medicamentos, mas infelizmente o pessoal vai ter que estudar e muito para entender isso, pelo que percebi falta muita ingestão de ômega 3!

  • Carla Betta

    PARABÉNS! Aplaudindo de pé!!

  • Marccos Camps

    O escola sem partido não nega o diálogo sobre sexualidade ou qualquer outro tipo. O escola sem partido quer terminar com a censura socialista a respeito de outras correntes de pensadores. Temos vários vídeos de professores tratando alunos conservadores ou liberais ou libertários e até utilizando a turma contra quem pense fora do socialismo.
    O escola sem partido é justo a oportunidade de falar e tratar de assuntos como este. Já os que são contra o escola sem partido querem continuar a direcionar os temas para o caminho que lhes interessa.

  • maria do carmo sampaio

    Linda atitude

  • Evelyn

    Bravo Vitor!Realmente de impressionar!É urgente a necessidade de dar a estes jovens uma outra visão de mundo!Que você continue fazendo a diferença na vida dos teus alunos!

  • João Breitenbach

    A conclusão que eu cheguei do debate em sala de aula, professor, é que flamenguista é tudo viado e botafoguense é tudo ignorante. kkk

  • Sylvio da Costa

    Isso é educar.

  • Eduardo Freitas

    Eu saí de um ensaio de teatro com uma camisa de florzinha e não deu tempo de ir em casa trocar de roupas… sempre usei algo mais composto pra dar aula. Neste dia meus alunos questionaram minhas florzinhas… Aconteceu a mesma coisa… e meu caminho foi este também. Se a gente apenas nega como é o esperado, reafirma o status quo.

  • VERALICE FELIX

    bom dia a todos …..se houvessem mais seres humanos como você, com certeza não teria lugar para o preconceito, o machismo o feminismo….as pessoas simplesmente viveriam em harmonia….sou sua FÃ.

  • Glassuede Venesa

    Colega,
    Sua resposta foi de alguém preocupado com a educação e formação dos estudantes que ali estavam.
    Que bom. Fico feliz de saber que anda crescendo o número de professores preocupados com a formação humana. Que sua prática seja sempre tão responsável qto apresentou aqui.
    Parabéns.

  • Adriano Dom

    Falta de cultura e educação…infelizmente é esses 2 pontos que mais denigrem nossa sociedade brasileira. Esse pais tem tudo para ser melhor ,basta dar educação e cultura para o povo em vez de pão e circo. Uma sociedade que tem o funk como cultura da nisso….

  • Adriano Dom

    Falta de cultura e educação…infelizmente é esses 2 pontos que mais denigrem nossa sociedade brasileira. Esse pais tem tudo para ser melhor ,basta dar educação e cultura para o povo em vez de pão e circo. Uma sociedade que tem o funk como cultura espelha essa realidade….

  • Falcon

    Muito bom mesmo, só não entendi o final. O que tem a ver discutir sexualidade com escola sem partido???!! Que tal debater isso tb sem agressividade e honestidade?!

  • Marisa Heliana Martins

    nossa professor, se tivessemos um igual a voce em cada escola o mundo já seria diferente. Bora fazer o novo!

  • Thiago Anon

    Parabéns professor Vitor, é necessário abrir os olhos dessa juventude a enxergar que existem outros pontos de vista e opiniões que devem ser respeitados, sem conclusões precipitadas e uma visão mais clara do que é a realidade em que vivemos.

  • Carlos Teijeiro

    Débil mental…. O que tem a ver escola sem partido com a questão da homossexualidade ??

  • Paulo Roberto Mendes

    Parabéns pela postura professor, assim fideliza o ensino-aprendizagem.

  • André De Paula Trindade

    Só não entendi direito qual a torcida homossexual, a do flamengo ou a do bota fogo ??? Kkkkkkkkkk kkkkkkkkkk kkkkkkk. …desculpe a brincadeira, mas eu não resisti. Achei muito legal a atitude de professor, que se esforça para orientar os alunos, abrindo um pouco mais seus horizontes.

  • Wesley Rossi

    Ótimo trabalho. Apenas pondero que o projeto Escola sem partido é exatamente desenvolver o trabalho de reflexão que fez. Não tem nada a ver com sexualidade. É a luta sobre a ideologização de apenas um segmento da sociedade, sem espaço para reflexão sobre o todo.

  • Denise

    Perfeitos argumentos! Me surpreendeu a sua postura perante o assunto abordado e a forma clara como vc diz que ser homo ou hétero é como ser flamenguista ou botafoguense. A cabeça das pessoas em sua maioria não funciona assim, infelizmente e isso contribui para que tenhamos uma cultura ainda muito machista. Parabéns!!

  • Guilherme Braz

    Incrível .
    Ótima e sábia conduta

  • Ana Paula Caruso Silva

    Eu tenho uma esperança nessa geração da decada de 80…..

  • Suzana Silva Borges

    Sensacional!! Tô levando comigo suas palavras, vou passa-las a diante na expectativa de esta publicação se espalhar além mar!!

    Parabéns por ser um grande homem!!

  • Carla Torma

    Admiro a postura do professor e essa discussão que ele promoveu é extremamente pertinente, visto que temos vivido tempos de barbáries e preconceitos. Mas receio que escola sem partido não tenha a nada a ver com isso. O cometário final não está relacionado com a abordagem tão sensata que o professor fez em sala de aula. O escola sem partido justamente vem preservar o direito dos professores e das escolas terem sua autonomia para discutir e realizar suas aulas e projetos políticos pedagógicos com liberdade, livre de ideologias pré formadas que receiam ser discutidas e/ou postas à prova.

  • Juan Carlos Vega Astorga

    kkkkkkkkkk ta certo pessoas rotulam as outras sem ao menos conhece-las de verdade , acho q nesse mundo só deveria julgar bondade e maldade o resto é escolha de cada um , que compete a cada um escolher como quer viver e ninguem tem o direito de julgar . Esse professor ta de parabéns .

  • Marcia Villas Boas Ramos

    Usar a cor rosa é privilégio de poucos homens!!!

  • Rose Mary Araujo

    Achei demais…..fiquei pensando…..sou mulher..nenhum aluno nunca me perguntou se sou gay, apesar de solteira, cinquentona e inteirona! kkkkkkkk (eles que dizem)……vou provocar uma discussão dessas em Antropologia Filosófica tbém……ah, mais uma pergunta……casa comigo?? kkkkkkkkkkkkkk (brincadeira kkkkkkkk)

  • Claudia Fonseca

    Simplesmente fantástico! Parabéns Vitor, você é uma pessoa bonita.

  • Gerson Luis Lage

    Kkkk muito bom o assunto e principalmente a abordagem. Me impressionei também com a ideia deles em pleno 2016…

  • http://www.mangasproject.com.br/ Roberto Rodrigues de Lima Barr

    Triste como as pessoas são cegas… Um texto tão bonito feito única e exclusivamente para atacar o totalmente necessário projeto “Escola sem Partido” que visa combater a doutrinação esquerdista que a anos nossas crianças e jovens sofrem nas escolas e faculdades.

    A evidência está no último parágrafo:

    “Imaginem se o projeto “escola sem partido” continua avançando como está. Voltaremos às trevas em pouco tempo. Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!”

    Abram os olhos… Pessoas como esse professor querem te usar como massa de manobra.

    • Igor Morgado

      De “escolasempartido.org”

      VII – direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

      Parágrafo único. O Poder Público não se imiscuirá na orientação sexual
      dos alunos nem permitirá qualquer prática capaz de comprometer ou
      direcionar o natural desenvolvimento de sua personalidade, em harmonia
      com a respectiva identidade biológica de sexo, sendo vedada,
      especialmente, a aplicação dos postulados da ideologia de gênero.

      • http://www.mangasproject.com.br/ Roberto Rodrigues de Lima Barr

        E está corretíssimo. O que você quis dizer? :)

  • Marcus Paulo Ghelli

    Desde quando escola sem partido irá proibir professores de dar sua opinião ou de falar sobre sexualidade. É escola sem PARTIDO. Já que alguns professores são bem explícitos em defender seus políticos prediletos e não escola sem “opinião” ou escola sem “conteudo”

  • Nay Marquèz

    Em resumo: Ele é bi. (P quem ficou c preguiça de ler tudo).

    • Thales Weber

      Meu caro Nay, o que te fez pensar que o professor citado é bi? Já o viu com outro homem? Tem alguma prova? O fato de ele ter discutido o assunto em sala de aula o torna menos hétero? E o que ele ser ou não bi te diz respeito? Vai alterar em algo em sua vida? Acho extremamente incompreensível essa insistência em rotular os outros em algo, como gay, bi, lésbica, hétero… Vamos casa um cuidar da suas vidas que temos muitos mais a preocupar nesse nosso pais que está um caos político.

      • Nay Marquèz

        Então vá cuidar da sua e deixa meu post aqui de boa

        • Thales Weber

          Não. Primeiro que dá mesma forma que você tem direito de comentar sobre a atitude do professor. Eu tenho de contar a sua. Segundo que a partir do momento que você se expor e comenta aqui da o direito de outros responderem esse comentário. Se não queria ser questionado não deveria comentar um Post público. Abraço.

          • Nay Marquèz

            Uhuuuu arrasou viado

  • Jandira Carvalho

    Perfeito professor; ..Sou professora aposentada , e concordo que falta muitos esclarecimentos aos nossos adolescentes, Parabéns !

  • marcelosempre

    Genial, mas…

    “Imaginem se o projeto “escola sem partido” continua avançando como está. Voltaremos às trevas em pouco tempo. Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!”

    Estranho você faz um paralelo pouco antes “Pode parecer engraçado para muita gente ler isso e pra mim foi. Muito. rs Mas para eles não. É o que pensam mesmo. Parece anos 1940, mas é 2016…”

    A qual idade das trevas o honorável professor se refere?

    O escola sem partido não impede a discussão destes temas na escola, só não permite uma visão ideológica do assunto, o sistema pode perfeitamente debater sobre tudo e até deve, porém apresentando visões diferentes sobre o mesmo.

    O comportamento da sociedade é um reflexo do seu nível de desenvolvimento intelectual, não dá pra negar isto, portanto o objetivo mais coerente é desenvolver o sistema educacional a ponto de termos pessoas melhores, conscientes da diversidade, e esta consciência naturalmente reduz a violência em todas as formas que a conhecemos.

    Discutir gênero e sexualidade da forma que movimentos de esquerda by ONU, estão propondo, dificilmente vai alcançar algo de bom.

    Levantar estes rótulos desvirtua este objetivo e temos hoje um batalhão de pessoas despreparadas saindo das universidades, com problemas sérios… e com visões radicalizadas do “diferente” que pode ser um gay ou um valentão, um negro ou alguém com a pele muito clara.

    Possivelmente daqui a 100 anos teremos tecnologia para implantar chips com informações que poderão ser acessadas pelo usuário, e aqueles que não puderem ou não quiserem, serão vistos como inferiores, é claro um consideração utópica “talvez não” mas serve para esclarecer que humanos são diferentes e por várias razões, estas diferenças sempre foram e sempre serão motivo de disputa.

    O professor relata no texto uma experiência bem interessante segundo suas palavras “foi a melhor das oportunidades de debater um assunto tão delicado e proporcionar o acesso à uma outra visão de mundo aos alunos.”
    excelente, o escola sem partido não tem a intenção de barrar este tipo de debate, mas o que esta sendo feito nas escolas do país é um crime e pede sim um contraponto, porque o estrago esta sendo feito, já que medíocre é um elogio aos resultados dos últimos anos.

  • Cleber Duarte de Lara

    Um professor sendo Professor, de fato.

  • Darcy Trabach

    O professor mais fantástico que tenho o prazer de conhecer em anos! Deem um Nobel pra esse cara por favor!

  • Salanda Sant’Ana

    Amei!!!!!! Parabéns pela didática aplicada. Seria sensacional se todos os professores e professoras homossexuais ou heterossexuais, negros, brancos soubessem responder aos alunos de maneira educativa a perguntas indiscretas e até mesmo curiosas realizadas por nossos adolescentes. Não importa como os outros são, o importante é ser você mesmo. Vista rosa e seja feliz!

  • Johnatas Cruvinel Araújo

    Tá aí a prova de porquê é necessário o debate de gênero e sexualidade nas salas de aula do país! Ao contrário do que muitos dizem, não é beneficiar o gênero ou a sexualidade das pessoas, é educar e ensinar o respeito ao ser humano, independente do seu gênero ou sexualidade!

  • Marcelo De Oliveira Soares

    Não apenas é gay é mentiroso esse bicha.

  • Mara Marlene Gewehr

    Uso saias no verao e eles juram que sou Evangélica |Neopentecostal. No inverno nos conhecemos melhor um pouco.

  • http://www.facebook.com/tonnygalletti Tonny Galletti

    O Projeto Escola Sem Partido não impede o debate sobre gêneros e sexualidade…. O Projeto Escola Sem Partido é abrir portas pro pensamento crítico das vertentes principais de ideologia política e econômica às Escolas…. Se falar sobre Marx, tem de falar sobre Mises…. etc…. Esse professor não passa de um esquerdista…..

  • Sandra Lée Martins

    A postura que relatou por parte dos seus alunos, infelizmente é bastante comum. É opressiva e invasiva. Ao que parece, sua aula surtiu efeito rapidamente. Que bom, nem sempre é assim. Deve ser porque alunos de 1940 já são bastante evoluídos. Pior seria se ainda estivessem nas cavernas, como os encontramos em alguns lugares…

  • Adriana Sparvoli

    Gente inteligente é outra coisa ne, parabéns!

  • Fk Sa Ara

    Também não precisa disso : “Homem que é homem…blá bla blá” !
    Esse debate nunca terá fim !
    Se é gay, é gay e pronto…pode dar seu rabo em paz !

  • Paulo Meirelle

    “O machismo é opressor com os homens também”.

    Certeiro.

  • Edmar Bila

    Infelizmente a sociedade ainda é muito ignorante quanto apostura masculina, e tem uns pensamentos tão fechados que cria pessoas com essa visão machista, tipo a fez sobrancelha é gay, cruzo a perna é gay, coloco a mão na cintura é gay e são coisas que não diz nada, e o pior de tudo é vc ser hetero e só pq faz arquitetura fica ouvindo coisas tipo é curso de gay, n foi homem pra fazer isso, vai virar gay, e colocam na cabeça que homens não fazem arquitetura. Como o professor n temos que provar nada nem nunca ligo pra este preconceito quanto a minha carreira, mas é chato ver a forma que a sociedade é ignorante.

    • Paulo Meirelle

      Fiz Design de Interiores, sei como você se sente! haha

      • Marcilene Hinode Pereira

        Bem colocado o exemplo , ha fazer sobrancelha e gay. Aff homem cheio de pelo e nojento, homens cuida mesmo, mulheres gosta de homem limpo, bonito e cheiroso. Não vivemos no tempo das caverna, mas o pensamento do povo , somente jesus na causa. (Amigo aposto se vc colocar uma barata do lado de quem fala essas merda, vai gritar mais que eu.)Então gay, lésbica, trans ,etc etc, aos olhos de Deus somos todos iguais.,nao quero aqui discutir certo ou errado , afinal o q e. Apenas todos reflita a palavra de Deus. Não somos ninguém para julgar nosso próximo.(Então Deus determinou: “Façamos o ser humano à nossa imagem, de acordo com a nossa semelhança. )Então se somos a semelhança de Deus, pra que rotular as pessoas.

  • Heloisa Helena

    Parabéns professor!

  • anna silva

    Parabéns por ser uma pessoa esclarecida num mundo cheio de gente alienada, você provou ser um homem de verdade

  • Beatriz

    ótima estratégia de discutir como fez com os alunos, levantando o assunto com inteligência e debate lógico…. Mas ao final falar que isso não poderia ser feito em uma escola sem partido perdeu a lógica! Partidarismo é ensinar e influenciar a escolha dos alunos através de ideias de um só lado da história, manipulando- a , como os livros de história atuais fazem em relação a história político-econômica do Brasil…. Não misturemos assuntos!!!!! Educação sexual como a do professor acima é perfeita, delicada e inteligente e independe de partido!

  • Honestaldo

    Bem esse debate foi realizado de forma perfeita e com as pessoas certas, na idade certa… Dar conhecimento a esses jovens adolescente sobre sexualidade, é mostrar para eles que existe um imenso oceano fora do aquário em que eles vivem…!

  • Victor Fernandes

    Boa noite, achei muito importante sua atitude professor, sendo q eu nn poderia deixar de me manifestar qnt ao seu questionamento sobre a escola sem partido, pois acho q o objetivo da lei nn foi inibir estudantes do conhecimento e sim impedir q professores os coloquem de um lado sem deixar q tenham seus proprios conceitos e tirem suas próprias conclusões e convicções, para impedir sim q ocorra esse tipo de manifesto partidário https://m.youtube.com/watch?v=bY9dM6vgbDs , acho q a escola é o melhor lugar pra se aprender e nn para ser doutrinado sobre opiniões já formadas de um indivíduo, a liberdade de expressão deve se encaixar tbm a esses casos, a pergunta q devemos responder é “Pq nn podemos pensar diferente?” e para q seja respondida com clareza temos q aprender e entender com maturidade o suficiente, e nn implantando cartilhas de insetivo pornográfico a crianças de 6 anos nas escolas, mas da maneira q vc ensinou a seus alunos.

  • Alexandre Silva

    Atitude perfeita de um professor na construção do debate e do conhecimento a partir das idéias, das opiniões e pontos-de-vista dos alunos.

  • Clarice

    Perfeita sua atitude. O que falta é educação nesses jovens que nem sabem lidar com a vida, terão muito a aprender ainda. Essa cultura machista vem de bares, conversas inadequadas de adultos com mente retrógrada e de meninas que estão se perdendo devido ao excesso de sensualidade desses funks doidos.
    Não sou feminista, acredito que boa parte desses jovens não conhecem o direito do ser humano à individualidade, privacidade, respeito, eles estão acostumados com sacanagem, desculpe-me pelo termo chulo, mas é a realidade das periferias do país aonde o sexo é liberado sem ser levado a sério. Belíssima postura, parabéns!

  • Michel Scolaski

    Muito interessante a proposição e o ocorrido, que gays sofrem não dúvido, mas segundo essas proposições dos alunos sob pq o professor é gay nos levam a pensar quantos garotos e garotas são empurrados a homossexualidade só pq não se encaixam em determinados padrões, quantos meninos que seu desejo pelas meninas é despertado mais adiante e por isso são taxados, quantas meninas acabam caindo no sexo livre ou vivem dramas, pq os padrões da tv e das escolas é esse “menina tem que pegar”! Parabéns ao professor pelo aprofundamento, sexualidade é algo pessoal.
    Vejo com cautela a idéia do escola sem partido, quem sou?? cristão, hétero, casado e de direita segundo a esquerda o lixo da sociedade, o que me preocupa?? é que a esquerda governa o Brasil, sim é verdade, Temer é de esquerda é facil encontrar situações que comprovam, o PSDB é um partido de falsa direita pq é socialista como seu principal articulador FHC, então me parece que esse escola sem partido vem com uma cara de “conservador” mas não caio nessa, estou preocupado pq o Brasil tem 70% de esquerdistas no poder, pasme eles não querem o socialismo, não não querem, querem só o poder e a mamata!!

  • Cristiano Moreira

    Meu camarada, muito bom, mas isso não define sua visão dos “jovens em pleno ano de 2016” estarem com pensamentos machistas! Existe muito mais que jovens com determinados pensamentos. Toda a nossa sociedade carrega incertezas sociais, pré-conceitos de diversos tipos, intolerância (é o que mais tem) e falta de fé, mesmo sendo participante de alguma religião. Se fosse assim, os grandes intelectuais que governam (não só o nosso país) teriam soluções imediatas para transformar a situação caótica do nosso planeta, com isso, não haveria guerras, fome, as famílias (base da sociedade) seriam mais prosperas (ser prospero não é o mesmo de ter bens materiais), seríamos mais caridosos, mais amoroso, espirituais (quando me refiro do ‘espiritual’, falo do nosso “eu divino”, algo próximo à ascensão). Então, concentre-se em ensinar, pois o ser humano, continuará a ser humano. Quer ver um exemplo de um comportamento que não mudou nada? Na antiguidade, as pessoas quando capturavam um bandido, ele era lixado até a morte, uns queriam lixá-lo outros não tinham coragem para tal (algo semelhante nos dias de hoje?), prostituição? guerras? adultério? Não quero dar-lhe créditos, pois não conheço você pessoalmente! Concluindo, os jovens são assim, pois a maioria dos adultos demonstram comportamentos que serão inevitáveis de serem copiados pelas crianças! Mas não é você que educa, esse dever é dos pais. Espero que as pessoas que lerem isso, não tentem se colocar acima, pois ninguém é melhor que o seu próximo, “você erra em áreas que o outro não erra, e o outro erra em áreas que você não erra”, certo? Abraços.

  • EVA TEODORO

    Nossa você é um gatinho, sou prof também e as vezes tenho que responder a algumas perguntas cabulosas que meus alunos me fazem, mas pra mim sem problemas porque conversamos sobre tudo e geralmente nos entendemos com muito respeito. Passo por vários questionamentos porque sou solteira e tenho 39 anos e não tenho filhos, mas costumo dizer a eles que meu estado civil é felicidade. Parabéns por essa iniciativa e criatividade.

  • Marcos Basaglia

    E q se fosse..qual o problema sabendo se portar de forma profissional, ético, e sendo a Pessoa q lhe convém nada o impede de dar aula até pq é um professor nada mais….

  • Francisco Vorcaro

    Exato! Ahahahahah

  • Roseli Damasceno

    Parabéns pela objetividade e leveza ao explicar sobre sexualidade para teus alunos! Infelizmente, a homossexualidade é permeada de preconceito, fruto da falta de conhecimento e esclarecimento! A sua atitude é merecedora de muitos aplausos e agradecimentos!! Mestres, como você, serão eternamente lembrados pelos alunos!

  • Fabio Carfero

    Cara, parabéns!!! Ótimo texto

  • Tubarao Thiago Lapolli

    Texto bonito, mas enrolou os leitores pra fazer propaganda esquerdista no final. Boa tentativa hahahah =D

  • http://www.letrascronicas.blogspot.com Reinaldo César Zanardi

    Belo exemplo do professor. Isso é didática. Isso é educar. Só me pergunto porquê ele teve necessidade de negar ser homossexual duas vezes, no texto. Que diferença isso faz neste contexto? Discursivamente, isso pode ser explicado pelo medo do rótulo. Algo do tipo, defendo a causa, respeito as diferenças, apoio politicas públicas para o segmento, mas não sou.

  • Marcelo

    Foi excepcional a abordagem! É muito melhor responder questionamentos com mais questionamentos. O problema é que você deixou de dar aula prevista no plano de disciplina para falar sobre gênero.Poderia ter feito esta discussão no intervalo. Você não é pago para dar aula de gênero. O Escola sem Partido visa isso, fazer como que seja feito somente o previsto e nada mais. O que quiserem fazer fora do horário que são pagos para dar aula, podem fazer fazer à vontade.

  • Ceiça

    Boa! Na minha opinião, só faltou ele dizer que apóia as políticas públicas dessa causa e dizer que qq tipo de preconceito é ruim pra quem tem. E que, cada um discuta isso com as pessoas que mais confia buscando sempre a reflexão e a imparcialidade.

  • Katita Katinha

    Sobre o Escola Sem Partido: o professor não está informado. O que o projeto pretende é exatamente esse tipo de debate em sala e NÃO à doutrinação de determinado tema. O debate que ele promoveu é lícito e proveitoso. Mas a doutrinação é o Governo impor que nos materiais didáticos, que nos projetos e planos de aula a escola seja obrigada, como meta educacional, ensinar aos alunos, ou seja, ensinar que DEVE ser assim, ideologias que não são ciência como fato determinado e provado (assim como se aprende que 2+2=4). E essa doutrinação, que o governo anterior quis impor através de materiais como o apelidado de “kit gay”. Quem leu o “kit gay”, vai entender o que estou falando. Nele, através de imagens e texto, o aluno é doutrinado (pois ele não abre espaço para se dizer o contrário ao conteúdo dele) que, por exemplo, o aluno pode e deve dar vazão a impulsos sexuais seja com homem, mulher, grupo, etc. O kit gay foi produzido para crianças do 5º ano, ou seja, para crianças de 10 anos. Esse tipo de material doutrina porque: 1) é imposto pelo governo; 2) não permite debates contrários à ideologia ali impressa; 3) não considera a educação prévia que o aluno leva de casa; 4) não respeita os princípios religiosos e espirituais de cada aluno; 5) Não respeita a educação familiar. E é contra a DOUTRINAÇÃO que o projeto ESCOLA SEM PARTIDO vem a debate. Procurem conhecer primeiro do que se trata, pois muitas mazelas que o mundo e nosso país vive hoje é por apoiar idéias e deixá-las serem transformadas ou não em leis sem realmente procurar estudar, conhecer e entender do que se trata aquela idéia.

  • Ludmilla Martins

    Parabéns!!! A Dialética está se perdendo, para minha profunda tristeza! Que bom que você a resgatou! Saúde!!!

  • http://praticamenteunica.blogspot.com/ Carmen

    Amei a atitude do professor, mas devo discordar quanto ao que foi dito sobre o Escola Sem Partido. Ter essa visão sobre héteros/gays não é algo que a escola ensina ou deve ensinar, isso é algo que pais devem tratar com seus filhos desde pequenos. O Escola Sem Partido não é sobre como as pessoas vêm gays e héteros, mas sim sobre a alienação por meio de doutrinação, seja ela feita pela esquerda ou pela direita. O projeto não ensina a abster os alunos de informações importantes para sua formação, mas sim apresentar odos os lados imparcialmente. Isso é democracia.

  • gugu022050

    Eu não sei o que to fazendo aqui, gay não presta

  • Ed Barto

    n sei como é esse jeito de ‘colocar mao na cintura’. se é um jeito q faz parecer gay é plausivel achar q é gay. dizem q é possivel ter ‘trejeito de gay’ mas n ser. eu acho mt estranho se isso é real, pois vc ter jeito de gay sem ser deve ser mt transtorno. sei la. vale lembrar q mts q tem jeito de gay realmente sao, por mais q morram negando.

  • Robson Vale

    Não é questão de trevas..é a natureza humana. Não adianta essas ideologias de esquerdas forçarem uma nova biologia..isso é ditadura do relativismo…sou homem de 34 anos, solteiro sem filhos. Escolha minha?…mas ou menos. Se fosse outra pessoa, como eu eu também pensaria o mesmo. Tive amigos gays. Sim!
    Sou machista? Um pouco. Isso é da natureza humana. Até o mais gay tem mentalidade assim.
    isso é um texto de meio informal ao marxismo de destruir o principio da desiguladade entre os sexos, e com isso tornar os jovens menos abertos a formar uma familia tradicional..que os esquerdistas consideram como uma invenção burguesa…e como sabemos quando o assunto é FAMILIA, para os coMunistas o que está por trás é PATRIMONIO ($$$. $$$$$$$$$$$$$$).

  • Robson Vale

    Por isso o CHORORÔ desse camarada…pela escola sem partido!

  • edisonmichael

    Gente, como assim, vocês não sabem porque o escola sem partido se oporia a ele falar sobre isso com os alunos? Vocês ao menos sabem o que o projeto propões ou simplesmente leram em algum lugar que ele é “contra a doutrinação marxista” e imediatamente acreditaram?
    Pare e pense, você NUNCA viram alguém usar o “argumento” de que discutir gênero/economia/desigualdades sociais/racismo é “agenda marxista”? Toda vez que algum desses assuntos surge, tem sempre alguns seres que dizem que os “comunistas estão tentando empurrar” tais temas “para nossas crianças”.
    Se o escola sem partido passa, cada uma dessas pessoas vai poder dar queixa na secretaria e, mesmo que o diretor não amoleça e mande o professor evitar quaisquer assuntos mais complicados, um tempo precioso vai se perder para analisar denúncias desinformadas.
    Aí você pensa: discutir escravidão, ditadura, geografia econômica, colonização, guerras de independência no continente americano, bandeiras, literatura etc, sem falar em nada disso? E ensinar alunos a respeitarem as diferenças entre si sem poder falar em racismo ou gênero?
    O problema não é a definição oficial de “Não fale em políticos específicos”, é a maleabilidade desse argumento.

  • Lindomar Costa

    Em primeiro lugar parabenizo tu mostrou que és mesmo um mestre. Eu já vi em sala de aula debates com este tema e por incrível que pareça em pleno 2016 vejo muito a limitação cerebral e cultural das pessoas “e olhe que é na faculdade com pessoas adultas somente”. É lamentavel.

  • Marcilene Hinode Pereira

    Parabéns professor merece um troféu , por sua atitude . Bem comparado 1940 e 2016. Qual a diferença entre esses dois tempos tão distante e ao mesmo tempo tão distinto. Não sou filosófica, mas isso da pra fazer um belo trabalho de historia.

  • Fábio Beckert

    Ótimo. O machismo tbm oprime os homens. Fiz uma musica sobre isso https://www.youtube.com/watch?v=ntVBzv6OMlA

  • Clara Barbosa

    Eu com 72 anos me pergunto: – Em que mundo vivem esses adolescentes?
    Na minha adolescência morei vizinha a dois gays, minha família nunca se espantou e nós tínhamos um excelente convívio.
    Concluo que 2016 está bem pior do que 1960.

  • Katita Katinha

    Sobre o Escola Sem Partido: o professor não está informado. O que o projeto pretende é exatamente esse tipo de debate em sala e NÃO à doutrinação de determinado tema. O debate que ele promoveu é lícito e proveitoso. Mas a doutrinação é o Governo impor que nos materiais didáticos, que nos projetos e planos de aula a escola seja obrigada, como meta educacional, ensinar aos alunos, ou seja, ensinar que DEVE ser assim; ensinar ideologias, que não são ciência, como fato determinado e provado (assim como se aprende que 2+2=4). E essa doutrinação, que o governo anterior quis impor através de materiais como o apelidado de “kit gay”. Quem leu o “kit gay”, vai entender o que estou falando. Nele, através de imagens e texto, o aluno é doutrinado (pois ele não abre espaço para se dizer o contrário ao conteúdo dele) que, por exemplo, o aluno pode e deve dar vazão a impulsos sexuais seja com homem, mulher, grupo, etc. O kit gay foi produzido para crianças do 5º ano, ou seja, para crianças de 10 anos. Esse tipo de material doutrina porque: 1) é imposto pelo governo; 2) não permite debates contrários à ideologia ali impressa; 3) não considera a educação prévia que o aluno leva de casa; 4) não respeita os princípios religiosos e espirituais de cada aluno; 5) Não respeita a educação familiar. E é contra a DOUTRINAÇÃO que o projeto ESCOLA SEM PARTIDO vem a debate. Procurem conhecer primeiro do que se trata, pois muitas mazelas que o mundo e nosso país vive hoje é por apoiar idéias e deixá-las serem transformadas ou não em leis sem realmente procurar estudar, conhecer e entender do que se trata aquela idéia. Procurem conhecer e entender o projeto Escola sem Partido, para depois emitir uma opinião sobre o assunto. Não fiquem seguindo uma minoria que grita desesperadamente contra antes de conhecer do que se trata.

  • Katita Katinha

    ATENÇÃO ASTRONAUTAS: O QUE ESTÁ DESCRITO ABAIXO É PARTE DA NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Fica claro que os professores que são contra o Escola Sem Partido querem continuar se aproveitando da audiência cativa dos aluno, que são precebidos pela lei como parte mais frágil, para derramarem sua doutrinãção e estão morrendo de medo das famílias terem mais uma lei que lhes dê direito sobre os filhos, acima dos professores. Por isso a maneira como o professor respondeu aos alunos a pergunta sobre sua opção sexual foi JUSTA, LÍCITA E PROVEITOSA. Ele levou os alunos a refletirem sobre o que eles estavam considerando para emitirem uma opinião sobre ele mesmo. O professor realmente não entendeu o Escola Sem Partido, pois a maneira como ele agiu é exatamente o objetivo do Projeto.

    DEVERES DO PROFESSOR
    I – O Professor não se aproveitará da audiência cativa dos alunos, com o objetivo de cooptá-los para esta ou aquela corrente política, ideológica ou partidária.
    II – O Professor não favorecerá nem prejudicará os alunos em razão de suas convicções políticas, ideológicas, morais ou religiosas, ou da falta delas.

    III – O Professor não fará propaganda político-partidária em sala de aula nem incitará seus alunos a participar de manifestações, atos públicos e passeatas.
    IV – Ao tratar de questões políticas, sócio-culturais e econômicas, o professor apresentará aos alunos, de forma justa – isto é, com a mesma profundidade e seriedade –, as principais versões, teorias, opiniões e perspectivas concorrentes a respeito.
    V – O Professor respeitará o direito dos pais a que seus filhos recebam a educação moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
    VI – O Professor não permitirá que os direitos assegurados nos itens anteriores sejam violados pela ação de terceiros, dentro da sala de aula.

  • Jean Carlos Silva

    Professor?….. Debater sexualidade é um coisa o que querem fazer é mostrar pornografia, e o debate deve ser feito com crianças dessa faixa etária de idade, e não com crianças de cinco ou sei anos de idade…. Essa é minha opinião, parabéns gostei muito da sua atitude!!!!

  • Iraaq Rodrigues

    Cara mesmo se tu fosse gay, mostraste que é macho prá carái…

  • Cassia Cardoso

    Meu respeito e admiração por ter sido um verdadeiro “educador”

  • juju

    Muito bom!!!