Observatório da Discriminação Racial recebe inscrições

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4 de julho de 2011
por Genilson Coutinho

Observatório da Discriminação Racial, da Violência Contra a Mulher e LGBT do Carnaval de Salvador

O novo edital de consultoria para elaboração do Relatório do Observatório da Discriminação Racial, da Violência Contra a Mulher e LGBT do Carnaval de Salvador entre os anos de 2006 a 2011 foi aberto e as propostas serão recebidas pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) até o dia 11 de julho de 2011.

A consultoria será financiada pelo Programa Interagencial de Gênero, Raça e Etnia das Nações Unidas e o trabalho será gerenciado pela Secretaria Municipal da Reparação – Semur-  juntamente com a equipe da ONU e da Assessoria de Relações Internaionais da Prefeitura de Salvador.

Este profissional, com dedicação exclusiva, fará uma análise e sistematização dos dados do Observatório com o propósito de confeccionar um relatório completo para a prestação de contas à sociedade e que represente também um instrumento de politicas públicas.

A Prefeitura Municipal do Salvador, através da Semur, promove desde 2006 o Observatório da Discriminação Racial durante o carnaval de Salvador, projeto pioneiro no Brasil. O Observatório vem se consolidando através do desenvolvimento de ações em parceria com instituições governamentais e não governamentais, com a missão de prevenir e combater as discriminações e desigualdades em especial, de gênero, raça e orientação/identidade sexual, por meio de políticas que fortaleçam o exercício da cidadania.

A experiência fez com que outros segmentos se agregassem ao projeto e no ano 2010, para atender reivindicação do segmento LGBT – lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, foi proposta uma nova expansão, com a inclusão do combate a homofobia no trabalho.

Neste ano, a sexta edição e a atuação foi ainda maior, com a instalação de uma Unidade Permanente em funcionamento na Estação da Lapa. Desta forma, o que se pretende a cada ano é ampliar o campo de atuação, visando reduzir as desigualdades que vulnerabilizam parte significativa da população de Salvador, ressalta o secretário Ailton Ferreira.

Fonte: Fórum Baiano LGBT

Foto Reprodução