Luiza Brunet denuncia marido por espancamento

Comportamento, Social
1 de julho de 2016
por Genilson Coutinho

Luiza Brunet apoia causa do Instituto Avon contra a violência doméstica em sua página no Facebook, dias depois de suposta agressão (Foto: Reprodução/Facebook)

Luiza Brunet, de 54 anos, afirmou que foi agredida e que teve costelas quebradas pelo companheiro, o empresário Lírio Albino Parisotto, em Nova York, nos Estados Unidos no último dia 21 de maio. Após o episódio, a atriz e modelo se separou dele, com quem tinha uma união estável.

As informações das agressões  foram confirmadas pela  assessoria da atriz  na manhã desta sexta-feira (1º). De acordo com uma assessora, a artista desembarcou no Rio de Janeiro no dia seguinte à agressão e, após conversar com uma amiga, viajou a São Paulo, onde prestou queixa no Ministério Público (MP). Ela não registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil. A modelo ainda realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

A agressão que Luiza disse ter sofrido foi divulgada nesta manhã pela coluna do jornalista Ancelmo Gois, de “O Globo”.

De acordo com o blog, o empresário agrediu a atriz após eles jantarem com amigos em um restaurante em Nova York. Segundo o relato dela, o casal saiu do estabelecimento e foi ao apartamento dele, onde o homem deu um soco na atriz, seguido de chutes.

Segundo a coluna, Luiza informou que Parisotto a derrubou no sofá e a imobilizou até quebrar quatro costelas dela. Ela conseguiu se trancar no quarto e no dia seguinte foi para o Brasil.

Em sua página no Facebook, a modelo postou em 25 de maio, quatro dias após o incidente, uma foto com parte do rosto coberto pelos cabelos e uma frase: “A maquiagem forte esconde o hematoma da alma”. Luiza é embaixadora do Instituto Avon, que faz campanha contra a violência doméstica.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.