Luciano Huck é capa da revista BT experience

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27 de maio de 2014
por Genilson Coutinho

Luciano Huck (1)

Frequentador da academia Bodytech, no Cittá América, no Rio de Janeiro, e praticante de pilates, Luciano tem uma rotina calculada. O intervalo entre deixar as crianças na escola e os primeiros compromissos profissionais do dia é reservado para bicicleta, natação e corrida. A prática quase devocional de hoje ele deve à triatleta Fernanda Keller. “Eu nasci para o ciclismo e não sabia. Nunca entendi para o que ia servir a minha coxa grossa e eu descobri que é para pedalar. Tanto a natação quanto o pedal e a corrida, com planejamento e com meta, eu aprendi com a Fernanda”, credita ele.

De dono de restaurantes e casas noturnas a empreendedor social numa trajetória nada planejada, Luciano Huck, um dos comunicadores mais conhecidos de um extremo a outro do país, diz que tem conhecimento dos territórios, das pessoas e das causas que defende. Equilibrado e emocional, ele joga, sim, para a torcida, e se define como um resolvedor de problemas nato. Para tudo ele encontra um jeito. Ou para quase tudo. Vai de bike, de preferência, um dos esportes preferidos do marido da também apresentadora Angélica, conhecida no início da carreira pelo hit “Vou de Táxi”. … Sócio da rede de academias Fórmula, Huck é um desportista nato. Corre, mergulha e esquia com a mesma desenvoltura com que pedala.

“Eu sou um profissional de comunicação, as coisas que faço têm a ver com as coisas que eu estou vivendo, com o meu processo de amadurecimento. Os programas têm muito a minha opinião, o que eu acho do mundo. Não sou político. Então, não, não sou populista. Já assistencialista tem muito a ver com o que eu faço, só que as pessoas usam a palavra de maneira pejorativa. Mas, bicho, eu não tenho problema em ser vidraça, não”, afirma, enfático.

“O meu prazer é ouvir histórias e tentar apontar soluções. Não quero expor ninguém gratuitamente. Quando alguém conta uma história, a gente tenta empoderar a pessoa de forma consistente. Sou um bom contador de histórias. Tenho paciência e gosto de ouvir as histórias das pessoas. Mesmo”, ratifica o comunicador.

Se alguém pede uma solução para os problemas do Brasil, engata a educação como prioridade.  “Precisamos fazer crianças melhores, que vão fazer um país melhor no futuro. Se não se levar a sério a escola e a boa formação das crianças, a gente não avança”, ele dá ênfase às palavras também para enumerar os valores que preza: “Eu levo a sério as coisas que eu faço. Tento entregar mais do que as pessoas esperam de mim. Sou uma pessoa honesta, o que é fundamental em qualquer frente. E dou atenção às pessoas. Só não gosto de gente chata.”