Jovem morto em São Paulo por ciúmes é enterrado

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14 de dezembro de 2015
por Genilson Coutinho

Renan Túbero, de São Simão, em foto do perfil no Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)

Foi enterrado na tarde desta segunda-feira (14), em São Simão (SP), o corpo do atendente Renan Túbero, de 26 anos. Ele foi encontrado morto com uma facada no peito, no apartamento em que morava, em São Paulo, na manhã de domingo (13).

O suspeito do assassinato, um administrador de 37 anos, foi preso em flagrante e afirmou em depoimento à polícia que cometeu o crime por ciúmes. A vítima teria saído com o namorado do suspeito, de acordo com boletim de ocorrência.

Túbero foi encontrado morto com uma faca no peito no apartamento dele, na Rua Joaquim Antunes, em Pinheiros, na capital paulista, por volta das 8h. Além da vítima, estavam no local o suspeito e um cozinheiro de 28 anos, com quem o rapaz dividia o apartamento.

O crime

Segundo a Polícia Civil, o suspeito é de Ribeirão Preto (SP) e estava hospedado  na casa da vítima desde sexta-feira (11). O administrador afirmou à polícia que havia consumido drogas sintéticas em uma balada, na madrugada de domingo. Um teste toxicológico foi solicitado.

Imagens do circuito interno de segurança foram analisadas pelos policiais do 14º Distrito Policial, em Pinheiros, onde o crime é investigado. De acordo com os vídeos, a vítima deixou o imóvel às 7h27 e retornou às 7h47. O crime teria ocorrido antes das 8h.

O suspeito tentou negar o crime, mas, ao ser confrontado com os horários das câmeras de segurança, o administrador confessou que esfaqueou o jovem depois de uma briga, de acordo com o boletim de ocorrência do caso.

Discussão

O administrador disse que saiu com um grupo de amigos e, quando retornou, às 7h15, Túbero não estava no apartamento. Quando a vítima chegou, os dois iniciaram uma discussão por ciúmes.

Segundo o suspeito, em depoimento à polícia, Túbero teria saído com o namorado do administrador. Ele contou, então, que pegou uma faca e golpeou a vítima no peito. Após ver o que tinha feito, o administrador tentou reanimá-lo, mas sem sucesso.

O cozinheiro com quem Túbero dividia o apartamento afirmou que trabalhou até as 2h em um restaurante e quando chegou foi dormir e que não teria presenciado o crime. Ele disse também que foi acordado pelo suspeito e notou um comportamento estranho, quando encontrou o colega morto.

Do G1