Inimigos:Conheça os 10 maiores inimigos públicos da comunidade LGBT

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26 de agosto de 2013
por Genilson Coutinho

Em pleno século XXI, ainda há aqueles que perseguem os gays como se tivessem peste. Trata-se de perseguidores do movimento LGBT, como uma caça as bruxas na Idade Média.

O problema é que esses líderes atraem multidões de homofóbicos e seus seguidores, fanáticos estão dispostos a fazer qualquer coisa para agradá-los. Alguns exercem uma luta psicológica contra os gays, discriminando-os e não concedendo-lhes os seus direitos, mas outros chegam a agressão física ou mesmo ao assassinato.

O número dez da lista está o prefeito recém-eleito de Fresnillo, Benjamin Medrano Quezada, o primeiro político abertamente gay no México e que nunca escondeu sua orientação sexual, mas que não concorda com o que o movimento LGBT prega. Apesar de ser gay, o prefeito deixou bem claro que “nunca concordou em promover o aborto, casamento entre homossexuais, ou compartilhar a idéia de que estes casais adotem crianças,” de modo que o seu governo prejudica o movimento.

Na penúltima posição no ranking, aparece Marco Feliciano, deputado evangélico mais odiado pelos homossexuais no Brasil. Ele é o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CHRM) e introduziu uma lei controversa que permitiria aos psicólogos tratar a homossexualidade como uma doença. A iniciativa, conhecida como “cura gay”, foi finalmente aprovada.

No número oito nos deparamos com a associação americana ‘One Million Moms” ou seja, “Um Milhão de Mães ” que são contra tudo o que tem a ver com o mundo gay. De censurar o beijo de duas meninas em um catálogo de roupas, a criticar Ellen DeGeneres sobre sua orientação sexual. Exemplos de como este grupo trabalha é censurar imagens gays em quadrinhos e agredir qualquer um que defenda o movimento LGBT.

O número sete é o patriarca ortodoxo russo Kirill, que tem dito que os casamentos entre pessoas do mesmo sexo causa o “apocalipse”.

Seguindo a lista encontra-se seu compatriota, o presidente russo, Vladimir Putin, por não permitir o casamento gay no país, proíbir a propaganda homossexual e multar os turistas gays que expressem formas de carinho entre pessoas do mesmo sexo em público. A Rússia é a homofobia em seu estado puro.

O número cinco da lista é o famoso arcebispo da Arquidiocese de Madrid e presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Antonio Maria Rouco Varela. Ele exige que o estado elimine a igualdade do casamento e trate o homosexual como doente e desviado.

No número quatro continuamos com a Igreja, neste caso, com o Papa, ou melhor, o ‘Papas’, porque todos eles deixaram uma longa série de ataques contra homossexuais. O atual Papa Francisco, parece mais contido em suas observações, mas como Deus manda deve condenar a homossexualidade. Mas o seu antecessor, o Papa Bento XVI, roubou o show, dizendo que o casamento gay “é uma das graves ameaças à família tradicional que minou” o futuro da própria humanidade “. Mais tarde, ele demitiu-se e havia rumores de que ele foi para o ‘lobby gay’ no Vaticano. Quem mais critica é quem mais tem a esconder!

O terceiro lugar, tarta-se de um coletivo, ao invés de uma pessoa específica, porque seus líderes são difíceis de encontrar. ‘Skinhead’, um grupo não só homofóbico, mas também racistas, sexistas e nacionalistas. Um dos melhores exemplos para descrevê-los é o filme “American History X”.

O segundo na lista é o Presidente da República Islâmica do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que já disse em várias ocasiões que em seu país “não existem homossexuais” No Irã, a homossexualidade é punida com a pena de morte, fato que se estende a vários países que regem a interpretação da Sharia, ou lei islâmica para coibir tal comportamento.

Em primeiro lugar está o diretor da revista Rolling Stone publicada em Kampala (Uganda). Giles Muhame, publicou em 2010, na primeira página do jornal um artigo intitulado “100 Pictures of Uganda’s Top Homos Leak”, que continha os nomes, endereços e fotografias de 100 homossexuais de Uganda ao lado de uma bandeira amarela que dizia “Enforque-os”. Desta forma o diretor tentava acabar com a vida de mais de 100 pessoas em um país que se estuda punir a homossexualidade com a pena de morte e até mesmo punir aqueles que acorbetarem os gays .

 

Do Ragap.es com tradução de Jeff Rebouças