Igrejas inclusivas LGBT são capa de Veja Brasília

Comportamento, Social
30 de março de 2015
por Genilson Coutinho

capa

Michael Sam garante que não está sozinho na liga profissional de futebol americano. O atleta, que foi o primeiro da NFL (sigla da liga em inglês) a se declarar gay, em 2014, disse que outros jogadores o procuraram dizendo que também são homossexuais.

“Não sou o único gay na NFL. Há muitos de nós”, disse ao jornal Star-Telegram. “Respeito muito os jogadores que entraram em contato comigo e tiveram a coragem de dizer para mim que também são gays, mas não têm a mesma coragem que eu de revelar isso antes mesmo de jogar na NFL.”

O jogador, que atualmente participa do quadro “Dança dos Famosos”, na TV norte-americana, e é um dos favoritos para vencer, pediu o namorado, Vito Cammisano, em casamento em janeiro passado.

 

O crescimento das igrejas inclusivas no Distrito Federal ganhou reportagem de capa da Veja Brasília desta semana.

O texto destaca a Comunidade Athos, que foi inaugurada em dezembro de 2005 com apenas cinco membros e hoje conta com mais de 300 fiéis.

A pastora Márcia Dias disse à reportagem que pretende aumentar seu rebanho em mais 200 indivíduos. Para isso, formou três novas células com o intuito de atender às regiões administrativas de Ceilândia, Gama, Planaltina, Samambaia, Santa Maria, Sobradinho e Taguatinga. Grupos também serão abertos nas cidades goianas de Formosa, Rio Verde e Luziânia.

A Cidade do Refúgio é a que mais cresce no País. A unidade do DF, em Taguatinga, começou numa sala pequena e já mudou de endereço duas vezes para abarcar o grande número de seguidores que quadruplicou.

 

“Não é porque a igreja é inclusiva que aceitamos o pecado, claro. A única diferença está na forma como interpretamos a homossexualidade”, diz o pastor Alexandre Feitosa, que é autor de cinco livros sobre a Bíblia e a homossexualidade.

Feitosa defende a ideia de que as igrejas tradicionais devem rever suas posições, pôr os trechos condenatórios em contexto, estudar as traduções e olhar a questão gay com maior empatia.Com informações do Paroutudo