Exposição interativa mescla arte indígena com tecnologia no MAM

Arte e Exposições, No Circuito
25 de julho de 2018
por Genilson Coutinho

Arte Eletrônica Indígena (AEI): uma exposição interativa” apresenta os trabalhos cocriados entre indígenas brasileiros e artistas do Brasil, Reino Unido e Bolívia, selecionados via edital para residências artísticas em nove comunidades indígenas da Bahia, Alagoas, Pernambuco e Sergipe. A abertura da exposição será no dia 2 de agosto, a partir das 18h, e segue até o dia 2 de setembro, sempre de terça a domingo, das 13h às 18h.

 O AEI (http://aei.art.br/) foi idealizado pela ONG Thydêwá (http://www.thydewa.org/) com patrocínio da Oi e Estado da Bahia, com apoio do Oi Futuro e da British Academy. O projeto é um programa de vanguarda e inovação que promoveu a produção colaborativa e cocriada entre artistas e indígenas de diferentes povos.

 SERVIÇO

Arte Eletrônica Indígena: uma exposição interativa

Capela do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA)

De 2 de agosto a 2 de setembro, de terça a domingo, das 13h às 18h.

Abertura: 02 de agosto às 18h

 Residências Artísticas: 

 Eles estão escutando

Cariri Choco/ Porto Real do Colégio – AL – 4 a 14 de junho.

Nicolas Salazar Sutil – Londres/Reino Unido: Artista e pesquisador de performance digital, que combina a arte do movimento e a tecnologia digital.

 Gerações de imagens

Aldeia Dois Irmãos – BA – 4 a 13 de julho de 2018

DavyAlexandrisky – Niterói/RJ: Fotógrafo desde 1968, atua em publicidade; fotojornalismo; foto industrial, social e videoarte.

 A Voz da Terra Pankararu

Aldeia Pankararu /Tacaratu – PE – 15 a 22 de junho de 2018

André Anastácio e Alberto Harres: Rio De Janeiro/RJ – Experimenta tecnologias interativas como plataforma para mediar novas formas de relação e afeto dentro das dinâmicas sociais.

 A terra que nós somos

Karapotó, município de São Sebastião/AL – 7 a 18 de junho de 2018

Bruno Barbosa Gomes – Baturité/CE: Ilustrador, escritor e tatuador. Sua paixão é conectar imaginação e sentimento na criação de imagens que contam histórias.

 Árvore dos desejos

Pataxó Hãhãhãe/ Pau Brasil – BA – 10 a 17 de julho de 2018

Paulo César Teles – Campinas/SP: artista multimídia com atuação nos campos do audiovisual e da arte tecnológica. É professor do Instituto de Artes da Unicamp na área de Arte e Tecnologia nos cursos de Artes Visuais e Midialogia.

 Raiz no chip!

Itapuã / Tupinambá de Olivença – Ilhéus – BA – 30 de junho a 1º de julho e de 6 a 9 de julho de 2018

Tito Vinícius – Salvador/BA: Músico, tecladista, arranjador, produtor musical, compositor e DJ. Atua em bandas baianas de diversos estilos musicais e trabalha com artistas da Bahia e do cenário nacional.

 Lugar inespecífico

Itapuã – Povo Tupinambá – 16 a 22 de julho de 2018

Sheilla P. D. de Souza e Tadeu dos Santos – Maringá/PR: Os artistas visuais integram o Coletivo Kókir e a Associação Indigenista ASSINDI – Maringá (PR). Kókir significa fome na língua Kaingang, potencializando a vontade de mistura: entre etnias diferentes, cidade e natureza, arte indígena e contemporânea.

 Pinturas rupestres

Xokó – Porto da Folha/SE – 11 a 15 de junho de 2018

Naum Bandeira – Salvador/BA: A insatisfação e a inquietude impulsionaram minha verve artística para a busca de uma identidade estética genuinamente brasileira.

 Cartografia Sonora Pataxó Trambuco

Pataxó de Barra Velha/BA – 9 a 20 de julho de 2018

Oscar Octavio ‘Ukumari’ – Santa Cruz de La Sierra/Bolívia –  O trabalho adentra-se nas relações entre as forças e as vontades da matéria e do ser no meio ambiente. O artista acredita em uma Escultura Social capaz de transformar e produzir consciência.

 Pulsação

Aldeia do Cachimbo – CamacamImboré/Tupinambá – BA – 12 a 24 de julho de 2018

Aruma/Sandra de Berduccy – Cochabamba/Bolívia: Artista-pesquisadora, explora e experimenta a relação entre natureza, processos de tecelagem tradicional – como tecnologia e fenomenologia- e diferentes linguagens das novas mídias.