ECOS realiza segunda etapa do projeto ‘Prevenção Combinada com os Jovens’

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28 de agosto de 2019
por Genilson Coutinho

A segunda etapa do projeto “Basta de Estigma e Discriminação: A Prevenção Combinada tem que ser Combinada com os Jovens”, executado pela ONG Ecos com financiamento do Ministério da Saúde por meio do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, será realizada na última semana de agosto na cidade de Salvador. O objetivo é discutir e propor estratégias de comunicação que contribuam para fortalecer a resposta às IST/HIV/Aids e hepatites virais, a defesa dos direitos humanos e o enfrentamento do estigma e da discriminação contra as comunidades juvenis.

O projeto, que já esteve em Brasília no mês de abril, ainda visitará a cidade Belém no próximo mês. Em cada cidade, são realizados seminários e oficinas com jovens na perspectiva de fomentar a troca de saberes, a produção de informação, e a formação em Prevenção Combinada e Juventudes. Com isso, garante-se a representatividade na participação das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, desenvolvendo estratégias de comunicação sobre prevenção combinada, estigma e discriminação com foco em comunidades de jovens gays, HSH, travestis, transexuais, profissionais do sexo e pessoas que vivem com HIV/Aids.

Ao final do trabalho, será publicado um guia com os resultados dos encontros e com um plano de ação para produção de materiais comunicação sobre prevenção das IST/HIV/Aids entre jovens para difusão em mídias de estratégias de mobilização social. Também será produzido um vídeo com síntese dos principais resultados dos seminários e oficinas.

ECOS

A ECOS é uma organização da sociedade civil que trabalha com diferentes grupos na perspectiva da interseccionalidade pela equidade de gênero e étnico-racial, pelos direitos sexuais, pela autonomia e pela justiça social prioritariamente de adolescentes, jovens, mulheres, população LGBTQI+. Fundada em 1990, nas últimas 3 décadas, vem desenvolvendo projetos, pesquisas e diagnósticos nas áreas de direitos sexuais e reprodutivos, elaborando diversos materiais para educadores e jovens nesse campo.

Com o Projeto, a ECOS espera aprofundar o debate sobre as múltiplas possibilidades de inovar na abordagem, na linguagem e no processo de produção de informação, de modo a aprimorar o entendimento e a capacidade de interlocução entre gestores, profissionais e o público jovem.