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Associação Nacional das Baianas de Acarajé faz campanha para ajudar baiana e vendedora de mingau; veja como ajudar

Genilson Coutinho,
14/04/2020 | 21h04

Rita Santos, que lidera a ABAM – Associação Nacional das Baianas de Acarajé, compartilhou no Instagram (@abam_nacional) as dificuldades por que várias dessas mulheres estão passando neste momento de pandemia do Covid-19. Cerca de 90% são chefes de família e dependem de seus tabuleiros para sustentar todo o pessoal em casa. As vendedoras de mingau passam pela mesma situação.

A ABAM está se articulando para receber doações de alimentos não-perecíveis e montar cestas básicas, principalmente para aquelas que pertencem aos grupos de risco. Contatos: (71) 3506-7585; baianas@baianas.org.

Também está recebendo colaborações em dinheiro. Os dados bancários são:

Caixa Econômica Federal
Agência: 4802
Operação: 003
Conta: 0000056-1
Favorecido: ABAM

As baianas do acarajé, além de personificarem a força e a resistência das mulheres negras, são porta-vozes da cultura e ícones das ancestralidades africana e afro-brasileira. Em 2005, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) inscreveu seu ofício no Livro dos Saberes como “Patrimônio Cultural do Brasil”. E, desde 2017, elas também são trabalhadoras de profissão incluída na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Mas, mais do que isso: elas são a alma de todo um povo.